05 de Abril de 2020
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A caneta, a enxada e o cabresto: elucubrações de um diplomado


Cláudio Messias*

Nascido em Assis, morei durante quase todos esses 42 anos nas imediações da Santa Cecília. Somente no período de 1992 a 1994, coincidindo com meu retorno de Ourinhos, morei com minha mãe no Parque das Acácias. Não estou contando, claro, o tempo em que, trabalhando fora, fixei residência em outras cidades. Digo isso porque sempre considerei que minha atividade profissional estava lá, em outras localidades, mas que minha casa estava aqui, na Cidade Fraternal.

Me refiro à Santa Cecília porque desde a infância tenho pela Unesp, ou seja, pela Faculdade de Ciências e Letras de Assis, um olhar de deslumbre. Imagino que tivesse quatro ou cinco anos de idade quando na companhia de meus irmãos percorria todos os arredores quando morava nas proximidades do Tênis Clube. Subíamos até onde hoje é a Dom Antônio, atrás sei lá de que tipo de aventura de andança. Era curioso, aos finais de tarde e inícios de noite, observar aquele movimento de pessoas mais velhas dirigindo-se para o local que chamávamos genericamente de Faculdade.

Lembro-me que da rua João Ramalho, nas proximidades de uma hoje já desativada cerraria, víamos as luzes da Faculdade. Era um aglomerado de luzes no meio do nada. Sim, as últimas casas das imediações da Dom Antônio ficavam na altura do Posto Corujão. Dali adiante era só pasto e ficava a impressão de que a Faculdade estava distante quilômetros. Ir a pé significava percorrer uma distância muito maior do que realmente era. E olha que a entrada ficava onde hoje é a primeira esquina do campus, ou seja, exatamente onde está o gol direito do campo de futebol da instituição, a uns 200 metros da atual portaria.

Num determinado sábado, lá pelos idos de 1983, não havia campinho suficiente para jogar futebol nos arredores. Lembro-me que para garantir domínio de terreno as equipes chegavam a campos como o da Madecom ou do Santos por volta das duas da tarde. E isso porque de manhã já havia ocorrido pelo menos uma partida pelo varziano. Nosso grupo, então, fez tal qual gado cujo pasto, seco, está situado ao lado de pastagem verde e farta: transpusemos a cerca.

Invadimos o campus da Faculdade. Estava tudo vazio e optamos por, primeiro, pedir para jogar naquele campo oficial cuja grama estava verde, aparada e com linha demarcatórias minuciosamente pintadas. Nos dirigimos até o prédio principal, com a sensação de que fazíamos errado. Chegando lá, uma novidade: uma área retangular situada em uma depressão, toda sombreada e com grama que, passível de ser aparada, poderia ser transformada em gramado.

A fome foi maior que a formalidade. Descemos, pisoteamos e imediatamente formamos dois times. A bola rolou em questão de minutos. Mas o nosso jogo durou pouco. O segurança apareceu uniformizado, recolheu nossa bola, deu-nos um sermão e nos colocou para fora. Interrompeu nossa vontade, mas não o nosso sonho.

Na segunda-feira seguinte fomos logo pela manhã até a Faculdade, atrás de nossa bola. Quem nos atendeu foi Romão, que nos repassou a seo Jaime, que depois revelou-se Jaiminho. Além da bola, pedimos autorização para limpar o local onde ficava a pequena área, que poderia ser transformada em campo. Havia, ali, um amontoado de folhas e sementes dos eucaliptos, além de ferragens, madeira e entulho. Retiramos tudo em uma só frente de trabalho. E ganhamos o bônus de poder fazer uma partida, prontamente marcada para o dia seguinte.

Estudávamos à tarde, no Clybas, e jogamos, naquele dia, pela manhã. Nossos gols foram improvisados colocando pedaços de cano de ferro dentro de latas de tinta velhas. Pude, por ser goleiro, observar que no guarda-corpo do prédio principal da Faculdade revezava-se um aglomerado de funcionários da instituição, que aproveitavam de alguma brecha na rotina de trabalho para observar aquela molecada jogando bola.

Recebemos nossa bola de volta e, em voz baixa, o convite de Jaiminho para que voltássemos no dia seguinte. E lá estávamos naquela manhã, com uma surpresa: as traves da quadra haviam sido retiradas e estavam em "nosso" campinho. Éramos em mais ou menos dez moleques e formávamos dois times. E quando saía gol para um dos lados ouvíamos algumas vibrações entre aqueles funcionários e alunos que nos assistiam.

Aos poucos as surpresas tornaram-se frequentes. Chegávamos e o campo estava com a grama aparada pelo trator que cuidava dos imensos gramados da Faculdade. Chegou um dia, inclusive, em que fomos convidados a trocar a água quente que saía de uma torneira utilizada pelo serviço de limpeza pela deliciosa água potável do bebedouro instalado na entrada do prédio principal.

Dali a ter espectadores sentados nas encostas do terreno foi um pulinho. De campinho, então, passamos a chamar o local de Buracanã, numa alusão paródica ao estádio Maracanã.

Estou me referindo, pois, a um local que para ser adentrado exigiu esforço, negociação. Recebemos um "não" logo de cara, mas não nos conformamos. Buscamos, naquela ocasião, a bola e não deixamos de externar nosso interesse por uma área ociosa. Ociosa e perigosa, pois quando da limpeza que fizemos matamos aranhas e até mesmo um escorpião amarelo, recolhido por um funcionário. E a perseverança nos levou até lá, um verdadeiro oásis se comparado às condições dos campinhos que disputávamos para a prática do futebol.

E jogando naquele gol curti o privilégio que o jogador dessa posição tem: observar a tudo e, dependendo da força de meu time, além de bocejar ainda filosofar sobre a vida. Afinal, via, ali, o trânsito de jovens que julgava terem maior poder aquisitivo que o meu. Reconhecia e cumprimentava estudantes que residiam em repúblicas, ou seja, moradias de universitários, nas proximidades de minha casa. Aqueles conhecidos e conhecidas vinham, via de regra, estudar Psicologia e tinham um padrão de vida bem superior ao meu.

Jogar no Buracanã fazia parte de uma das delícias de minha infância. E das lembranças daquela época sempre surge a inquietação permanente relacionada ao desafio de um dia ali estar. Parecia que eu, na realidade de criança pobre, ali observava grupos de alienígenas. Havia, sim, identidade com os funcionários, mas para com os estudantes parecia pairar uma relação impossível.

Na minha juventude tive de trocar os jogos de futebol em período inverso do de aulas pelo trabalho. Minha amizade com os universitários das repúblicas vizinhas transitou de uma criança cuja mãe olhava as casas quando os estudantes retornavam às casas dos pais em feriados ou nas férias, para um jovem que dialogava mais proximamente com a realidade daqueles que já podiam ser chamados de amigos.

Amizades que gradativamente foram solidificadas pelas relações cotidianas. Já tendo ingressado no rádio, por exemplo, tive como editor o estudante de História Valdir Pichelli. E, na imprensa, contemporâneos de profissão como Maura Cardoso, de Psicologia; Fabiane Rocha, de Letras; Carla Mimessi, de Letras; Quita Amorim, Antônio Sena e Eli Elias, de História, entre muitos outros amigos que estudavam na Unesp e ocupavam os períodos inversos trabalhando em rádios e jornais de Assis.

Nossas rodas de cerveja da imprensa, aos finais de semana, tinham presença marcante de universitários jornalistas. E a cidade não tinha curso de Jornalismo, privilégio somente de Bauru e Londrina, para citar exemplos mais próximos. Portanto, minha práxis de jornalista tinha o sonho da formação acadêmica esbarrando na falta de condições de buscar tal formação. Questão, hoje sei, de falta de orientação, resultado de um seio familiar em que predominava a cultura operária, da ferrovia, que canalizava os projetos de vida mais para os trilhos da Fepasa do que necessariamente para a imensidade do mundo afora.

Naquele meu início de carreira de jornalista sem formação acadêmica conheci o mais admirado dos diplomados da cidade. Júlio Cézar Garcia havia acabado de retornar de São Paulo e assumia o desafio de ser editor do jornal Voz da Terra. Observava aquele magrelo>barbudo>alto chegando ao KibonCity com sua Belina verde e, sabendo de seu passado nas primeiras equipe da revista Veja, tirava conclusões que serviriam para a vida. Afinal, os jornalistas cujos nomes já citei aqui fazem parte do time dos que mais respeito na história da imprensa de Assis. Todos passaram pela formação acadêmica, não necessariamente por um curso de Jornalismo.

Em 1989 o então presidente José Sarney reeditou decreto que dava registro profissional, ou seja MTb, a jornalistas que comprovassem registro formal igual ou superior a 5 anos. Traduzindo, jornalistas com um quinquênio ganhavam autorização para atuar e ter registro em igualdade de condições com aqueles que buscaram a formação fazendo faculdade. Não vou entrar no detalhe da coincidência de, na época, Sarney ter conseguido estender seu mandato na vã e fajuta tentativa de vencer a inflação. Precisava, pois, da opinião pública a seu lado para iniciar a eternidade de seu império político. E no exército do presidente estavam os jornalistas com MTb precária.

Faltavam alguns meses para eu completar os 5 anos de exercício da profissão de jornalista e conseguir a MTb. Optei, contudo, por não fazê-lo. Fruto, claro, da vivência com tais amigos de imprensa imergidos no universo acadêmico. Fui, então, fazer Letras. Mas, a adrenalina das redações, somada às necessidades de sobrevivência, fazia com que minhas manhãs ficassem como editor de jornalismo no rádio e, à noite, editor de jornalismo impresso. E, confesso, não houve identidade entre o que eu buscava e o que encontrava sendo preparado para ser professor de língua.

Minha graduação veio em 2007, em História. Quatro anos antes, em 2003, demitido em meio a uma briga ideológica, editorial, em Marília, retornei a Assis com a determinação de conciliar a experiência de 18 anos de imprensa e a pesquisa. No segundo ano do curso meu projeto de pesquisa estava pronto e já em 2006 eu experimentava minhas primeiras aulas na condição de professor. Em 2008 iniciava o lato senso Comunicação Popular e Comunitária na UEL, em Londrina, e em 2009 ingressava no mestrado em Ciências da Comunicação, na USP. Meu projeto de doutorado, focando a Comunicação, envolve, hoje, quatro países da América Latina e dois da Europa.

Faço essa narrativa toda para arguir sobre a situação dos jornalistas diante da queda da obrigatoriedade do diploma para exercício da profissão e, mais recentemente, da volta de exigência dessa formação. Resgato o histórico de minha passagem por redações de Assis, da região e de cidades mais distantes para ressaltar que, concomitante à minha admiração pelos jornalistas que conciliavam estudos na Unesp e trabalho em empresas de comunicação, havia aqueles que desprezavam e ironizavam a formação acadêmica.

Claro, trabalhei com figuras ilustres, formadas principalmente pelo rádio, que quiçá frequentaram os bancos escolares para completar ciclos básicos de estudos. Profissionais cuja competência estava no talento e na seriedade com que conduziam suas vidas de trabalho e em sociedade. Ícones que fecharam um capítulo da história do país e da imprensa e que hoje, sem condições de entender a audiência e os fenômenos sociais por trás dos processos comunicativos, pouca ou nenhuma força teriam para tirar o rádio de sua secundária posição no rol das mídias.

Nunca me manifestei contrário ao exercício da profissão de jornalista sem que se tenha buscado a formação numa faculdade. O que não significa, que fique claro, que seja rigorosamente a favor que jornalista, para sentar numa redação, tenha de ter passado por uma faculdade. Entendo, sim, ambos os lados. Mas, sinto-me no direito de defender que o ideal é que um profissional da comunicação tenha passado pela formação universitária, nem que seja em outro curso da área de humanas.

O rigor da aplicação da legislação sobre a prática do jornalismo pode, a médio prazo, ter resultados preocupantes. Cidades como Assis, que não têm curso de Jornalismo, ficariam sem profissionais habilitados nos próximos dez, quinze anos. A possibilidade de estudantes daqui irem até Bauru e/ou Londrina e voltarem é mera teoria. Pergunte a meu amigo Daniel Bergamasco se ele troca a editoria da Veja São Paulo por qualquer empresa de comunicação de Assis ou região e tenha a resposta. Em tempo: Daniel é formado pela Unesp de Bauru.

Os próprios jornalistas formados pelo extinto curso de Jornalismo da Fema alçaram voos distantes. Orgulho-me de reencontrar o hoje produtor cultural no circuito carioca de espetáculos Rodrigo Bertolucci e vê-lo em pelo sucesso profissional. André Thieful, meu amigo de infância, também experimentou o jornalismo sem ser diplomado, graduou-se pela Fema nas turmas iniciais e hoje encontra-se solidamente estabelecido em Americana. E os exemplos consumiriam mais e mais parágrafos aqui nesse curto mas esticado espaço.

Não ser maleável a essa realidade do mercado é cair no contrassenso, como caso de um jornal local que, quando fundado, lançou no editorial que primaria por dar emprego a jornalistas diplomados mas seis meses depois tinha em seus quadros dois nomes tradicionais da imprensa local sem formação em Jornalismo. Ignorou os não diplomados mas quando precisou de credibilidade para sobreviver comercialmente no mercado apelou justamente para profissionais sem diploma.

Há uma imensa gama de jornalistas que se destacam em suas práxis mesmo não tendo passado pelos cursos de Jornalismo. A maioria absoluta daqueles que encontram-se nessas condições e têm minha admiração não fizeram Jornalismo, mas necessariamente experimentaram o ensino superior. Seja qual for a área de humanas, pois, refletiram sobre três fatores básicos: o homem, a sociedade e a cultura. Não, isso não é suficiente para que se produzam conteúdos comunicativos com responsabilidade, coisa que nem o Jornalismo consegue oferecer e/ou formar. Com certeza, contudo, agregou na soma de fatores que fazem com que os processos comunicativos sejam compreendidos como elos de ligação entre pessoas, com a consciência superficial ou aprofundada de que produzir informação está irrestritamente ligado a poder e ao poder, em seu sentido mais amplo.

A maioria dos comunicadores que admirei ou conheci na minha infância, na adolescência e na juventude já não está mais aqui entre nós. A geração que encontra-se na faixa dos 60, 70 anos de idade é testemunha, junto com a audiência, das permanentes transformações por que passam as mídias. Luiz Luz, por exemplo, nos deixou acreditando que a internet era o mais promissor dos mercados e local das vagas do futuro para o jornalismo. Foi contemporâneo, uma década atrás, quando tinha colega loira, gorda e fedida dizendo em sala de bate-papo que era loira, magra e cheirosa, um tipo de mentira que presente nos namoros virtuais hoje foi desbancada pelas redes sociais, ambiente onde só não se pega a pessoa, ainda.

O universo da comunicação, por fim, é o mais impactante dos processos da contemporaneidade. Se nos anos 1970 e 1980 a tecnologia complementava ou era complementada pela informação e pela comunicação, agora, na era das Tecnologias Digitais da Informação e da Comunicação, todos esses fatores formam um só objeto. A complexidade desse pensamento nos faz ir com mais calma no posicionamento sobre a exigência de diploma de Jornalismo para exercício da profissão. Inevitável, contudo, conceber um mercado da comunicação formado por profissionais que preterem a formação superior. Até porque hoje é o mercado que escolhe. E os escolhidos têm, no mínimo, de estar inseridos na pós-graduação. Ter diploma, pois, é o mínimo. E já faz algum tempo.


* Jornalista, historiador e professor universitário, é mestre em Ciências da Comunicação pela ECA/USP.


FISCALIZAÇÃO ELETRÔNICA

SIM COM CARA DE NÃO
Horas após a postagem de meu texto "Minha experiência lá, no olho do furacão" afirmei, em minha conta no Facebook, que "não faz parte de meu interesse". Quase ninguém entendeu. E agora explico. Eu me referia ao último parágrafo do texto, trecho em que, depois de relatar a vivência de dois dias na Central Globo de Jornalismo, no Rio de Janeiro, dizia que apesar de toda a experiência, não mudava minha postura de "não" querer trabalhar lá.

NÃO COM CARA DE SIM
O "não", contudo, não foi digitado. Fui perceber isso quando o texto foi publicado e logo cedo uma amiga jornalista, professora da Federal de São Carlos, cobrou-me coerência. Optei, mesmo assim, por manter o texto na forma original com que foi escrito. Tudo por crer que, recorrendo a Michel Foucault e Anthony Giddens, a intenção comunicativa é social e ideológica. Ou seja, posso ter querido dizer, mesmo não querendo. Questão de estado de consciência.

QUALIDADE PAULISTANA I
Encontrei, enfim, um ambiente condizente às minhas expectativas para sair com a família e comer lanche. O antigo Bar Cabral, ao lado da Movestil, na avenida Rui Barbosa, agrada pelo ambiente e pela qualidade daquilo que é servido. Cerveja no ponto, lanche preparado dentro do prazo tolerável, molhos produzidos pela casa e a sensação de estar nos típicos barzinhos da Vila Madalena.

QUALIDADE PAULISTANA II
Na conversa com o proprietário fico sabendo que a reforma do Cabral começou há um ano, depois de 11 anos de gestão sobre o ponto. O que salta aos olhos é a limpeza: impecável. E o bom preço, claro.

SENTIDO
Fico sabendo que as ruas Santos Dumont e Orozimbo mudarão de sentido de direção. Mudança para melhor, espero e confio. E imagino que seja mesmo, pois um dos fatores complicadores do trânsito nas imediações do Mercadão é justamente a falta de opção de vias que permitam sair da Marechal Deodoro e seguir sentido José Nogueira Marmontel. A Santos Dumont passaria a ser uma opção dessas a mais.

MEDIDA INCERTA
Com a retomada das atividades no segundo semestre entra na pauta o controle alimentar. Seis meses depois da primeira postagem aqui, nesse espaço, registro 96,7 kg. Quase oito quilos se foram mediante a conciliação de dois fatores: controle alimentar à base de eliminação de gordura animal e redução de sal e açúcar e prática de atividade física. Essa última ainda está aquém, muito aquém do ideal. Mas o resultado, principalmente na cintura, satisfaz.

SIMPATIA
Reencontro, recebendo em casa, meu amigo Alves Barreto, da rádio Cultura. Veio fazer gravação com minha esposa e prestigiar a conclusão de nossa reforma. Polidez, educação e profissionalismo, eis algumas de suas virtudes.

SEM ESPAÇO
O inusitado aconteceu. Nessa semana a Fema recebe evento internacional organizado pela Unesp. Motivo: falta de espaço suficiente no campus local da universidade.

EM FAMÍLIA
Um blogueiro assisense está fazendo sucesso nas redes sociais e no Youtube. Criador do canal Procreater, ele faz postagens de vídeos em que dá dicas sobre games e ensina a passar de fases. Tem quase 5 mil acessos e está prestes a entrar no rol de parceiros do Google. Os conteúdos podem ser acessados no endereço http://www.youtube.com/procreater.

TEM BANANA...
Saio pelas ruas e não vejo campanha política. Parece que haverá eleição em todas as localidades da região, menos em Assis.

... COMENDO MACACO
Em conversa de beira de calçada com minha amiga Marisa Zanirato ouço comentário com que concordo: os candidatos a vereadores estão mais ativos na campanha dos que os candidatos a prefeito. Salvo duas exceções, é mais ou menos por aí mesmo.

INVERSÃO
Vi levantamento que mostra inversão de posição na corrida pelo poder local. É mais ou menos a situação do Atlético Mineiro no Brasileirão 2012: depois da chegada de Ronaldinho Gaúcho, assumiu a liderança para não mais largar. Até quando? Só o decorrer do pleito vai poder mostrar.

CÁ ENTRE NÓS...
... só com chuva que a obra do Buracão anda?

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