18 de Dezembro de 2018
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Fake news tiram o sono dos candidatos à Presidência da República

CHARGE - Renato Piovan

Se há um assunto que anda tirando os candidatos à Presidência da República do sério são as "fake News”. Nesta semana o candidato Jair Bolsonaro chamou Fernando Haddad de "canalha” após ser convidado pelo adversário a assumir um pacto contra disseminação de notícias falsas na campanha do segundo turno. "O pau-mandado de corrupto me propôs assinar ‘carta de compromisso contra mentiras na internet’. O mesmo que está inventando, por fake News, que vou aumentar imposto de renda pra pobre. É um canalha!”, afirmou.

Mais cedo, em Curitiba, Haddad disse que gostaria que Bolsonaro assinasse uma carta de compromisso contra ataques e disseminação de mentiras nas redes. "É muito difícil se defender de uma enxurrada, um bombardeio via WhatsApp e Facebook, com mentiras ao seu respeito. Não temos dinheiro nem condições para enfrentar”, declarou o petista.

Não é de hoje que mentiras são divulgadas como verdades, mas foi com o advento das redes sociais que esse tipo de publicação popularizou-se. A imprensa internacional começou a usar com mais frequência o termo "fake News” durante a eleição de 2016 nos Estados Unidos, na qual Donald Trump tornou-se presidente.

Os motivos para que sejam criadas notícias falsas são diversos. Em alguns casos, os autores criam manchetes absurdas com o claro intuito de atrair acessos aos sites e, assim, faturar com a publicidade digital.

No entanto, além da finalidade puramente comercial, as fake news podem ser usadas apenas para criar boatos e reforçar um pensamento, por meio de mentiras e da disseminação de ódio. Dessa maneira, prejudicam-se pessoas comuns, celebridades, políticos e empresas.



CHARGE - Renato Piovan
Renato Piovan
nasceu em Assis e é formado em Jornalismo pela FEMA. Desde muito jovem sonhava em ser jornalista, mas decidiu que queria produzir notícias não só por meio de textos, mas também de ilustrações. Atualmente mora na tranquila Pedrinhas Paulista, onde recarrega suas energias e tem inspiração para "cartoonizar" assuntos nacionais e mundiais referentes à política, cotidiano, esportes, etc. Fazendo seus rascunhos aqui e acolá desde 1997, já colaborou com suas ilustrações para diversas mídias impressas e digitais de São Paulo e Paraná.
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