24 de Outubro de 2018
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TSE lança página para esclarecer eleitores sobre conteúdos falsos

Tribunal afirma que encaminha relatos de irregularidades para órgãos de investigação, mas que, até o momento, nenhuma ocorrência foi confirmada

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lançou nesta quinta-feira (11) uma página para ajudar a esclarecer os eleitores sobre informações falsas que circulam nas redes sociais sobre o processo eleitoral brasileiro. Além de desmentir os boatos, o tribunal apresenta links de agências de checagem de notícias sobre o assunto, alertando para os riscos da desinformação. Veja a página.

Até a tarde desta sexta, a página contava com cinco boatos desmentidos. Entre eles, estão o de que 7,2 milhões de votos foram anulados pelas urnas e o de que a urna autocompleta o voto para presidente quando o eleitor seleciona a tecla "1". As duas informações não são verdadeiras, como reportagens do Fato ou Fake, a seção de checagem de informações falsas do Grupo Globo, já haviam mostrado.

O TSE afirma que encaminha todos os relatos de irregularidades que chegam ao seu conhecimento para verificação por parte de órgãos de investigação, como o Ministério Público Eleitoral e a Polícia Federal. O objetivo é garantir a verificação de eventuais atos ilícitos e responsabilizar quem difunde conteúdo falso.

Ainda de acordo com o tribunal, até o momento, nenhuma ocorrência de violação à segurança do processo de votação ou de apuração realizado durante as eleições de 2018 foi confirmada ou comprovada.

Fato ou Fake

A equipe do Fato ou Fake reúne jornalistas de diversas redações do Grupo Globo, como G1, Extra, CBN, O Globo, Éoica, TV Globo, GloboNews e Valor Econômico. Mais de 140 boatos disseminados na web já foram checados e desmentidos pela equipe.

Além disso, os jornalistas também fazem checagens de declarações de políticos concorrendo a cargos do Executivo – tanto estadual quanto federal. Veja a metodologia.

Até as vésperas do primeiro turno das eleições, 653 frases de políticos foram checadas durante a campanha.


Além de desmentir os boatos, o tribunal apresenta links de agências de checagem de notícias sobre o assunto, alertando para os riscos da desinformação


G1
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