15 de Outubro de 2019
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Penitenciária de Assis promove vacinação contra gripe entre servidores e sentenciados

No total, foram alcançados 173 funcionários e 732 reclusos, ou seja, aproximadamente 100% das pessoas privadas de liberdade no local

Nos dias 27 e 28 de abril, a equipe de saúde da Penitenciária de Assis realizou campanha contra a Gripe, vacinando tanto a população prisional, como servidores da unidade. No total, foram alcançados 173 funcionários e 732 reclusos, ou seja, aproximadamente 100% das pessoas privadas de liberdade no local. Isso porque, a aproximação do inverno exige atenção especial das autoridades sanitárias em relação à doença, muitas vezes, subestimada pela população em geral, sendo a massa carcerária considerada grupo de alta vulnerabilidade.

No Anexo de Detenção Provisória de Assis, foram aplicadas 293 vacinas de um total de 313 reclusos. Na penitenciária foram vacinados outros 439 sentenciados de um total de 446, atingindo, portanto, 96,45% dos reclusos que cumprem pena no local. Além destes, todo o corpo funcional teve acesso à vacinação, desde Agentes de Segurança Penitenciária (ASP), Agentes de Escolta e Vigilância Penitenciária (AEVP), Oficiais administrativos, dentre outros.

Segundo dados do site do Ministério da Saúde, a vacina produzida para 2019 teve mudança em duas das três cepas que compõem a vacina e protege contra os três subtipos do vírus da gripe que mais circularam no último ano no Hemisfério Sul, de acordo com determinação da Organização Mundial de Saúde (OMS). Somente até o dia 20 de abril deste ano, foram registrados 427 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) por influenza em todo o país, com 81 óbitos. Até o momento, o subtipo predominante no Brasil é o vírus influenza A (H1N1), com registro de 213 casos e 55 óbitos.


No total, foram alcançados 173 funcionários e 732 reclusos


No Anexo de Detenção Provisória de Assis, foram aplicadas 293 vacinas de um total de 313 reclusos


Aproximação do inverno exige atenção especial das autoridades sanitárias em relação à gripe, sendo a massa carcerária considerada grupo de alta vulnerabilidade


Divulgação/ Fotos: Viviane Vaz
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