21 de Agosto de 2019
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Brasil sofre com desemprego devido a neoliberalismo extremado, afirma Sindicato dos Bancários de Assis

COLUNISTA - Sindicato dos Bancário de Assis e Região

Os dados divulgados na terça-feira, 25 de junho, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que a taxa de desemprego está em 12,5% no trimestre encerrado em abril, atingindo 13,2 milhões de pessoas. Para o Sindicato dos Bancários de Assis, este é um problema que está em toda parte do país, causando sofrimentos em famílias e gerando a
miséria para muitas pessoas.

"O neoliberalismo e a política econômica que vêm sendo implementados pelo atual governo são os principais responsáveis por essa situação econômica e social precária que estamos enfrentando atualmente em nosso país”, ressalta o secretário geral do Sindicato, Fábio Escobar.

Para ele, essa falta de oportunidade vem causando, para os jovens, uma vida sem perspectiva de futuro, levando-os, em muitos casos, a marginalidade. "O Governo deveria cumprir o que está na nossa Constituição Federal que é o direito à vida, a saúde, moradia, segurança e
a educação”.

A situação atual tem levado, em grande número, os trabalhadores para o mercado informal. De acordo com ele, isso dificulta a retomada da economia, pois, é um sintoma de fraqueza da atividade econômica, se refletindo negativamente sobre todos os índices da atividade do país.

Hoje o Brasil tem 53 milhões de trabalhadores formais e 37 milhões de informais. "Aqueles que não tem uma carteira de trabalho, a grande maioria não contribuem para a Seguridade Social, não recolhem o Fundo de Garantia - FGTS, enfim, totalmente desprotegidos de seus direitos”,
enfatiza.

Escobar finaliza fazendo uma reflexão sobre a atualidade, dizendo o que o neoliberalismo extremado representa para a sociedade. "Altos executivos das instituições financeiras e membros da diretoria dos bancos ganharam, em 2018, em média R$ 48 milhões. Isso, comparado com o que a maioria dos trabalhadores recebe, quando se tem emprego, é um verdadeiro abismo”.

Ello Assessoria & Comunicação
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