01 de Dezembro de 2022
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O assunto mais sério que você lerá hoje!

COLUNISTA - Magali Nascimento

Olá!

Neste Dia Mundial de Combate ao Diabetes, quero alertar sobre as neuropatias periféricas e insuficiências vasculares periféricas e cuidados com os pés diabéticos, algumas das complicações mais graves desta doença. Pacientes com diabetes também podem desenvolver retinopatia (perda visual), insuficiência renal (rins que param de funcionar) e cardiopatias (problemas cardíacos).

O pé diabético é definido pela OMS (Organização Mundial de Saúde) como aquele com infecção, ulceração (úlcera) ou destruição dos tecidos profundos, provocadas por alterações dos nervos ou dos vasos (artérias). Pode afetar ambos os sexos (homens e mulheres).

Diminuição da sensibilidade, sensação de "picadas de alfinetes", choques elétricos, queimadura, dormência, formigamento, pés gelados e dores na panturrilha ("barriga da perna") são alguns dos sintomas mais comuns da neuropatias periféricas. Os pacientes podem possuir deformidades, calos, fissuras e feridas, pele seca e quebradiça. Devido à falta de sensibilidade que citei acima, as feridas podem ser indolores (sem dor) e, os demais sintomas, imperceptíveis.

O diabetes é um fator de risco para a aterosclerose, caracterizada pela formação de gordura nas artérias, que pode causar bloqueios na circulação sanguínea e resultar em dores ao caminhar. Dores nos pés também podem ser frequentes ao dormir.

A insuficiência vascular periférica é caracterizada pela diminuição da irrigação de sangue nos pés, que dificulta a cicatrização e pode resultar em amputação de partes do membro.

Divulgação - Magali Nascimento - Podóloga / Foto: Divulgação
Magali Nascimento - Podóloga / Foto: Divulgação


A diabetes é uma doença silenciosa, o que faz com que algumas pessoas descubram sua a presença apenas após o agravamento de alguns sintomas

Considerando que a medicina ainda não encontrou cura para esta doença, sempre ressalto que o controle é fundamental. E é justamente aqui, que o papel da podologia é importante para a manutenção da qualidade de vida do paciente.

Repito algumas informações de uma coluna anterior, sobre o consultas com uma Podóloga:

diagnóstico da condição dos pés
verificação da existência de feridas ou deformidades
tratamento e prevenção de micoses
higienização e hidratação específicas para seu tipo de pele
verificação da sensibilidade e da circulação sanguínea
tratamento de inchaços
combate a infecções
tratamento de rachaduras, frieiras, calos e calosidades
corte das unhas, prevenindo pequenos ferimentos ou encravamentos
tratamento de esporões e joanetes
orientação sobre usos de calçados e cuidados diários
terapia com knesiopodo (fitas elásticas corretivas)
utilização de laser, para acelerar a cicatrização de feridas superficiais.
encaminhamento para profissional da saúde, em caso de ferimentos já existentes

Lembre-se do acompanhamento com médico endocrinologista, do controle da glicose, do triglicérides, combate ao sobrepeso e tabagismo. Não negligencie o acompanhamento cardiológico, renal e oftalmológico.

Cuide-se. Por você, por sua saúde, e por sua família.

E conte comigo para tratar de seus pés.

Quer tirar dúvidas sobre o assunto ou acrescentar mais informações? Fique à vontade para comentar!
Redação AssisCity
Magali Nascimento
Podóloga há 10 anos. Técnica em Podologia, pelo SENAC Marília, graduanda em Tecnologia em Podologia pela Unicesumar. Certificada e especialista em knesiopodo, correção de unhas, onicomicose, laser aplicado à Podologia, ácidos e peeling e tratamento de pés diabéticos,
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