25 de Janeiro de 2021
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Assisense empreende na pandemia com ajuda de auxílio emergencial

Aparecida Conceição Liberto era sacoleira

A pandemia modificou a vida e os hábitos da população mundial, quando muitos se viram sem emprego e renda para arcar com as despesas de casa. Com Aparecida Conceição Liberto, de 52 anos, conhecida também como Cidinha, não foi diferente, trabalhando de sacoleira no Paraguai, quando as viagens foram suspensas e perdeu sua renda.

A partir desse momento, uma empreendedora surgia na mulher de família humilde, que sempre trabalhou para outras pessoas e criou três filhos.

Durante suas viagens ao Paraguai Cidinha sempre via uma senhora vendendo açaí em um carrinho e seu sonho era comprar um também, mas nunca sobrava dinheiro. Porém, a chegada do auxílio emergencial ajudou a mudar a história de uma família toda.

Divulgação - Carrinho de açaí da Cidinha
Carrinho de açaí da Cidinha


Sem poder viajar para o Paraguai, Cidinha contou sobre seu projeto para a filha, que se propôs a ajudá-la nessa nova fase. "Comprei o carrinho e os primeiros materiais, comecei a vender na frente de minha casa, para meus vizinhos, e minha filha começou a divulgar no Facebook e dezenas de pedidos começaram a chegar".

Hoje, Cidinha trabalha com delivery, tudo com a colaboração da família, desde a montagem dos copos até as entregas.

Divulgação - Aparecida Conceição Liberto, 52 anos
Aparecida Conceição Liberto, 52 anos


Cidinha conta ainda que a partir da boa divulgação e do auxílio emergencial, que foi um dos pontos que ajudou o projeto se tornar realidade, ela já promoveu várias melhorias em seu negócio.

"Comprei meu freezer, reformei a área externa da minha casa para poder adaptar meu carrinho dentro de casa e o plano é que continuemos crescendo e sempre melhorando. Me vi em dificuldade sem uma fonte de renda, precisava fazer alguma coisa, mas o que fazer, se estava tudo fechado? Foi respondendo a essa pergunta que resgatei meu sonho e cheguei até aqui", diz Cidinha.

Divulgação - Equipe de trabalho do açaí
Equipe de trabalho do açaí


A empreendedora se sente livre e diz que o negócio uniu ainda mais sua família. "Quero que a minha história sirva de lição para inspirar todos que têm projetos e que acreditem em seus sonhos. Não é fácil, mas ter fé, persistência, coragem e jamais desistir, faz tudo ser possível, ainda mais eu, que conto com a ajuda e apoio de minha família, cada dia mais unida por esse novo empreendimento", finaliza Cidinha.
Redação AssisCity
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