06 de Março de 2021
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Autor de homicídio em Assis é considerado foragido pela Justiça

Prisão temporária de 30 dias foi decretada após seu depoimento na Delegacia

O homem que confessou ser o autor do homicídio de Caetano de Souza, 63 anos, ocorrido na manhã de domingo, 14 de fevereiro, em frente a um mercado na Avenida J.V. da Cunha e Silva, é considerado foragido pela Polícia Civil de Assis.

O delegado Marcelo Armstrong Nunes solicitou a prisão temporária do autor dos disparos na terça-feira, 16, e na quarta pela manhã ele prestou depoimento acompanhado de seu advogado Sérgio Mendes, quando ainda não havia sido expedido o mandado de prisão.

Sobre o depoimento do autor do crime, o delegado relata como foi.

"Em seu depoimento, ele alegou que na hora do fato não tinha intenção de matar, mas que a vítima teria feito um gesto com a mão e ele parou para conversar. Segundo ele, a vítima então teria mostrado algo, que ele acreditando que poderia ser alguma arma, sacou a arma que portava e atirou".

Durante seu depoimento o autor foi questionado se já tinha a intenção de matar, pois estava armado. "O autor dos disparos alegou que estava sendo ameaçado, mas não há registro policial de ameaças", destaca o delegado.

O autor do homicídio foi procurado após o mandado de prisão, no endereço indicado na Delegacia, mas não foi localizado. Por isso é considerado foragido.

"Recebemos o mandado de prisão na tarde desta quarta-feira, 17 de fevereiro. Nossa equipe foi até o endereço que ele havia nos informado. Porém ele não voltou ao local indicado desde o dia do crime. Nossa equipe se dirigiu a outros endereços com os quais ele teria vínculo, mas também não foi localizado, então ele é considerado foragido", explica.

O advogado do autor dos disparos entrou em contato com o delegado depois da expedição do mandado de prisão temporária, pois já sabia que seu cliente era procurado, contudo ele não se apresentou.

"A prisão temporária decretada é de 30 dias e agora vamos ouvir testemunhas e finalizar as investigações. Ele é réu confesso, então após finalizarmos o inquérito vamos pedir a conversão para prisão preventiva", concluiu.
Redação AssisCity
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