O policial militar rodoviário C.R.V., de 36 anos, tirou à própria vida na noite de segunda-feira (31), usando a arma da corporação que integrava desde o ano 2000. A atitude extrema teria sido em razão de ele estar trabalhando em outra cidade – Paranapanema, a 256 Km da capital – e não ter conseguido transferência para Assis, cidade onde reside.

A mulher do policial relatou à Polícia Civil que o marido andava bastante deprimido por conta de não poder morar com a família. Por volta das 19h ela ouviu um tiro dentro da casa e, ao chegar na sala, deparou-se com o esposo caído, de costas, no chão, com ferimento na boca. O homem mantinha a arma na mão direita.

A polícia foi acionada pela viúva. No local um perito da Polícia Científica de Assis encontrou uma única cápsula deflagrada. A arma foi recolhida para exame pericial.

O corpo do policial foi velado na sala 1 do Centro Funerário São Vicente Prever. O espaço ficou completamente lotado de parentes, amigos e companheiros de farda, todos abalados com o ocorrido. O sepultamento foi às 16h30 no Cemitério Municipal de Assis, sem honras militares, tendo em vista que o policial não morreu em serviço.

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