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Após 18 dias, homem que matou sogro em Maracaí continua foragido

Segundo uma das filhas de Saulo, Jéssica Naziazeno, que estava presente no local do crime, o autor disparou três tiros contra seu pai

Redação AssisCity

  • 22/03/23
  • 08:00
  • Atualizado há 69 semanas

Continua foragido o homem que na noite do dia 3 de março invadiu a casa dos pais de sua mulher e matou seu sogro, Saulo Naziazeno da Rosa, de 60 anos, em Maracaí. Ele também atentou contra a vida da sogra Márcia Ribeiro, da cunhada Jéssica Naziazeno e da própria esposa, Janaína Helena.

O autor do crime seguiu para dentro da casa para conversar com a esposa, que estaria terminando o relacionamento, motivo esse que o teria levado a atirar contra todos que estavam ali.

Segundo uma das filhas de Saulo, Jéssica Naziazeno, que estava presente no local do crime, o autor disparou três tiros contra seu pai, um no braço esquerdo que atravessou e acertou também no peito e outro na testa.

O autor também atirou no braço da sogra e na barriga da esposa. A bala passou de raspão e ela sofreu apenas uma queimadura.

Jéssica conta que foram momentos de horror. "Ele também mirou e disparou um tiro contra minha cabeça, mas eu abaixei. Foi tudo muito rápido. Meu filho de 16 anos também estava no local, atrás do meu pai, mas graças a Deus não foi atingido", conta.

Divulgação - Saulo Naziazeno da Rosa, de 60 anos - Foto: Divulgação
Saulo Naziazeno da Rosa, de 60 anos - Foto: Divulgação

Após o crime, o autor fugiu da residência e apesar da intensa busca das autoridades policiais, ele continua foragido há 18 dias.

O advogado da família da vítima, Dr. Ernesto Nóbile, que atuará como assistente de acusação, explicou que entrou com pedido de prisão preventiva do acusado em razão da alta periculosidade.

A Polícia Civil informou que testemunhas já foram ouvidas e que a investigação chegará ao fim com a vinda de alguns laudos.

O homem é branco, tem 37 anos, e é conhecido como Gibi e tem várias tatuagens pelo corpo. A família pede ajuda para identificá-lo.

Se alguém tiver alguma informação sobre o paradeiro do rapaz, entrar em contato com a polícia.

A divulgação dos nomes das vítimas nesta reportagem do Portal AssisCity foi autorizada pela família.

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