“Perfeito é tudo o que Ele faz, pois todos os seus caminhos são justos. Deus de fidelidade, que nunca é injusto; justo e reto é Ele.” Dt.32-4.
No sábado participei de um casamento. Tive a oportunidade de encontrar e reencontrar vários amigos de longa data. Alguns, inclusive, pensava que já haviam morrido.
Fiquei muito feliz, pois muitos faziam parte dos relacionamentos de meu pai, que há alguns anos nos deixou, e pudemos relembrar a história daquele homem tão estimado. Mas, dentre todas as pessoas, uma me chamou a atenção. Uma criança cadeirante, vitima de uma doença que não me recordo o nome. Cumprimentei seus pais, e no momento que a cumprimentei, ela simplesmente me olhou com um olhar tão profundo e meigo, de uma docilidade tão particular e um sorriso angelical, que me emocionei.
Havia naquela boda, todo tipo de pessoas: ricas, pobres, vestidas com extrema elegância, outras com simplicidade, mas, aquela criança me mostrou a diferença entre o humano e o divino.
“Presa” em sua cadeira demonstrava mais liberdade do que os “livres” e mais feliz do que os mais risonhos. Percebi o que me falta, muitas vezes, quando permito que a tristeza e a incredulidade me dominem: A certeza daquela criança de que não importa as “cadeiras” sempre teremos os passos livres, para ser feliz e caminhar em direção a Deus, que é justo e reto.










