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Cresce ameaça de greve da Polícia Civil em agosto

[/left]O movimento em prol da Polícia Civil, que contou com a participação de centenas de policiais civis de todo o Estado de São Paulo, aprovou o indicativo de greve a partir de agosto se as reivindicações da categoria não forem atendidas pelo governo estadual. O movimento também contou com a participação de outras entidades da Polícia Civil do Brasil e de diversas regiões do Estado de São Paulo.

Os policiais se reuniram no vão livre do MASP, em São Paulo, onde votaram pelo indicativo de greve. “A partir de agora devemos seguir um cronograma. No dia cinco de julho faremos uma assembleia geral unificada, com a participação de todas as categorias que queiram aderir ao movimento, para definirmos uma pauta única de reivindicação”, informou Elísio Santana, representante em Assis e região do Sindicato dos Investigadores.

Após a Assembleia Geral Extraordinária unificada, a categoria prosseguirá com o movimento, na tentativa de negociar as melhorias pretendidas, encaminhando ao governo a pauta única aprovada no dia oito e aguardando resposta até 31 de julho.

Em 1º de agosto, o movimento pretende fazer a comunicação à Justiça da omissão do Governo com relação às reivindicações, já em estado de greve. Outros Movimentos do funcionalismo público serão comunicados, inclusive com a marcha ao Palácio dos Bandeirantes no dia 16 de outubro.

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