Sinto que é tarde embora tão cedo

Reprimido – o dia – em seu relento

A mágica expressa o cotidiano

Ainda que seja apenas um descontento

Minha alma apressa-se para o luar

Onde estive ou quando não soube calar

Minha grandeza perde-se na telha estelar

Das palavras: ensine-me a te amar

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Ensine-me a te amar

[/left]Por Isabella Cristina Vieira Nucci – A Poeta das Estrelas é universitária de Letras na Unesp

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