O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) na região de Assis (SP) começou a funcionar no ano passado, com a promessa de receber verbas do Ministério da Saúde para custeio do serviço. Mas até agora não receberam nenhum recurso do governo federal e o serviço pode ser cancelado.
Por mês, o serviço custa R$ 520 mil e é administrado por um consórcio de 12 municípios da região, chamado Civap. As bases do Samu são em Assis, Tarumã, Palmital e Paraguaçu Paulista e trabalham com cinco ambulâncias, mas atende pelo menos 200 mil habitantes contanto as cidades vizinhas.
De acordo com a secretária de saúde de Assis, Denise Fernandes Carvalho, o serviço hoje é considerado fundamental na rede pública de saúde. “Mudou a qualidade e o tempo desse atendimento”, afirma.
O Ministério da Saúde deveria repassar R$156 mil para os municípios, o que representaria 30% das despesas mensais. De junho do ano passado até janeiro deste ano, já são um R$ 1.902 milhão que não foram enviados, segundo a diretora executiva Civap, Ida Franzoso de Souza. “Os municípios do Civap estão honrando o acordo, mas esse dinheiro do governo federal tem feito muita falta.”











