Há alguns dias a Igreja Católica perdeu seu representante supremo: o Papa Francisco, aos 88 anos, em Roma.

Infelizmente, presenciamos algumas manifestações inescrupulosas, novamente sem qualquer respeito às diferenças, como se houvesse somente um caminho religioso a ser seguido.

Aqui, como cidadão, não importando o viés religioso, indignado com a falta de compreensão e conhecimento daqueles que ofendem e tentam ridicularizar um personagem, cuja representatividade religiosa cuidou de sedimentar entre nós o respeito às diversidades, em particular.

Devemos olhar o mundo, que a cada dia dá sinais de saturação, desgastes e colapsos seja nas esferas sociais, políticas e ambientais, e agir com mais discernimento.

Ninguém precisa gostar, apoiar ou seguir tudo e todos.

Mas é obrigatório o sentimento de conjunto, unidade, pertencimento.

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