Assessoria da PM PPta

Uma parceria entre a prefeitura municipal de Paraguaçu Paulista e o Hospital da cidade, proporcionou um investimento de mais de R$ 30 mil na aquisição de modernos equipamentos que irão ampliar e aprimorar o tratamento neo-natal no município. Segundo a médica Angela Maria Appendino, integrante da Comissão Municipal de Mortalidade Infantil, foram adquiridos os seguintes equipamentos: um monitor de radiação portátil, um aparelho de fototerapia refletiva e uma incubadora de transporte.

“São equipamentos fundamentais e necessários para a manutenção da vida do recém-nascido em risco nos primeiros dias de acompanhamento e, com esta parceria e estes equipamentos, estes riscos à vida do bebê serão reduzidos” – afirmou Angela.

As medidas fazem parte de um programa que se estabeleceu em Paraguaçu desde o início de 2008, ano em que foi registrado o segundo maior número de nascimentos na cidade e um alto índice de mortalidade infantil, com 13 óbitos dos 592 nascimentos registrados no município, naquele ano.

Segundo Eliana Vieira da Mota Valcazara Camargo, médica obstetra na rede municipal de saúde, o tratamento em Paraguaçu está entre os melhores de toda a região. “As mães quando são identificadas com gravidez recebem todo o acompanhamento durante as 40 semanas de gestação, com uma equipe com enfermagem técnica, fisioterapia, nutricionista, psicóloga e médicos especialistas que fazem o monitoramento fetal com o tococardiografia anteparto – um dos exames mais modernos e que poucas unidades possuem na região”.

Além disso, existe uma ação que é o acompanhamento, pelos agentes de saúde e a notificação aos órgãos públicos de controle, quando a mãe pára de freqüentar o pré-natal ou mesmo as consultas mensais após o nascimento da criança.

Tão logo o Departamento de Saúde detectou o aumento da mortalidade infantil na cidade, procurou desenvolver ações como cursos de atualização aos atendentes, melhoria das condições do pré-natal, aquisição de novos equipamentos, treinamento das equipes de saúde que visitam as residências e a notificação dos casos de abandono do pré-natal ou pós-natal.

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