“Mestre, que devo fazer de bom para ter a vida eterna?” Mt.19-16.

Depois que Jesus sugeriu renúncias, o jovem fica triste pois não entendera o que Jesus lhe dizia. Temos muito disso. Quando precisamos renunciar a alguma coisa em nossa vida e nem sempre trata-se de bens materiais, já ficamos receosos e não conseguimos entender o chamado.

Nem todo o que diz senhor, senhor entrada no reino dos céus. Portanto diante dessa situação preferimos o que julgamos seguro e abandonamos o chamado em razão de bens e renúncias. Sofremos e não entendemos. Todos nós temos nossos antepassados que já se foram. Choramos nosso luto e mesmo assim não entendemos que assim como eles se foram, também nós um dia partiremos.

Precisamos enxergar que buscamos por tesouros que não nos darão a alegria que nos é prometida pela libertação que a nós é oferecida por Jesus ao ser pregado na cruz. Renúncias estão diretamente ligadas ao meu modo de enxergar o próximo; a misericórdia que nutro em meu coração; a doçura com que me relaciono; a solidariedade a que me disponho ao meu irmão, enfim, amar. O ponto principal da renúncia é o amor.

Quando me faço presente em qualquer situação, minha primeira ação deve ser a de amar. A eternidade será possível com renúncias.

Esse jovem que inquiriu Jesus deu um passo atrás. Me pergunto: caminho em frente, ou também diante das renúncias dou um passo atrás? Aquele jovem voltou para casa muito triste. Eu não quero retornar triste, e você?

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