“Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver caridade, sou como o bronze que soa, ou como o címbalo que retine.” ICor.13-1. A força do amor, a força do perdão. Existe uma correlação total entre essas duas situações: se amo perdoo, se não amo não perdoo. Alguns amam o poder, e outros têm o poder de amar. Amar não é fácil. Muitas vezes somos machucados exatamente por aqueles que amamos.

Ranços e passados, já há muito sepultado, retornam à cena e abalam as relações. Sejam elas entre marido e mulher, seja entre amigos ou até mesmo entre irmãos. São em situações iguais a essas, que aquele que edifica sua vida em Deus, descobre que tem a capacidade de perdoar. Claro que no ápice, no momento da “explosão”, o humano gostaria de se manifestar, mas que bom, que muitas vezes uma “interferência” providencial, nos livra de tal atitude.

Eu como humano, agradeço imensamente ser escolhido para passar por esse tipo de situação, pois somente assim consigo de fato exercitar meus dons de amar.

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Amor e caridade!

[/left]Por: Clovis Marcelino

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