O encontro realizado no último sábado (13), com a deputada federal Maria Rosas, trouxe uma constatação interessante: algumas pessoas ainda não conhecem a parlamentar. E isso é absolutamente compreensível.
Assis possui mais de 100 mil habitantes. Da mesma forma que muitos cidadãos não conhecem Maria Rosas, muitos também não sabem quem sou eu, Rodrigo de Souza, quem são os dirigentes das entidades sociais da cidade ou quem está nos bastidores articulando projetos, buscando recursos e construindo parcerias para o município.
Isso faz parte da dinâmica de uma cidade do nosso porte.
O que me chama a atenção não é o desconhecimento. É a narrativa que alguns grupos políticos tentam construir a partir dele.
Após o encontro, surgiram comentários, de grupos políticos, classificando a deputada como uma “paraquedista” que teria aparecido em Assis apenas por estarmos em um período pré-eleitoral.
Respeito o direito de cada cidadão ter sua opinião. O que não considero justo é ignorar os fatos.
Maria Rosas não iniciou sua relação com Assis neste ano.
Muito antes do encontro realizado na Casa da Amizade, seu mandato já possuía atuação na cidade por meio de investimentos em áreas essenciais, apoio a instituições, fortalecimento de projetos sociais, ações voltadas à saúde, à assistência social, ao esporte, à cultura e à inclusão.
Os resultados estão registrados. As entidades conhecem essa trajetória. As pessoas beneficiadas por essas ações também.
Mas talvez exista outro ponto que mereça reflexão.
Durante muito tempo, acostumamos a associar resultados apenas a quem ocupa cargos públicos. Quando uma conquista chega, a atenção normalmente se volta para o vereador, para o secretário ou para o prefeito. Pouco se fala sobre as pessoas que estão nos bastidores construindo pontes, apresentando demandas, aproximando instituições e articulando oportunidades para a cidade.
Nossa experiência tem mostrado que isso pode ser diferente.
O encontro que reuniu mais de 700 pessoas em Assis foi organizado por alguém que não ocupa mandato eletivo, não faz parte da atual administração municipal e não possui cargo público. Sou apenas um cidadão assisense que acredita na força das instituições da cidade e que decidiu dedicar parte da sua vida a conectar causas, projetos e pessoas capazes de contribuir com elas.
E talvez seja justamente isso que tenha incomodado algumas pessoas.
A demonstração de que a construção de oportunidades para uma cidade não precisa partir exclusivamente de quem ocupa um cargo político. Ela também pode nascer da iniciativa da própria sociedade civil, quando existe compromisso, credibilidade, trabalho e disposição para servir.
Mais de 700 pessoas participaram daquele encontro.
Não era um show.
Não era um evento de entretenimento.
Não havia distribuição de benefícios.
Era uma prestação de contas.
Em uma tarde fria, com previsão de chuva, comércio aberto, diversas festas juninas acontecendo pela cidade e até o jogo de estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, marcado para o mesmo dia.
Quem estava presente foi porque acreditou na importância daquele momento.
E isso demonstra algo muito maior do que apoio a uma pessoa ou a um mandato.
Demonstra confiança.
Demonstra credibilidade.
Demonstra reconhecimento ao trabalho realizado pelas instituições, pelas lideranças comunitárias e por todos aqueles que acreditam que a política pode ser um instrumento de transformação quando colocada a serviço das pessoas.
Minha relação com a deputada Maria Rosas não nasceu de uma estratégia eleitoral.
Nasceu das causas que defendemos.
Nasceu da necessidade de encontrar parceiros para fortalecer instituições que fazem a diferença na vida das pessoas.
Nasceu do esforço de levar para Brasília e para outras esferas de poder as demandas de Assis e de suas entidades.
Ao longo dos últimos anos, essa parceria permitiu que recursos, projetos e oportunidades chegassem à cidade. Não porque alguém decidiu aparecer em Assis. Mas porque houve diálogo, confiança e trabalho.
Quem acompanha de perto a Casa da Menina São Francisco de Assis, a Fundação Futuro, os projetos esportivos, as iniciativas culturais e tantas outras ações sabe exatamente do que estou falando.
Por isso, quando leio que alguém “caiu de paraquedas” em Assis, vejo uma análise que desconsidera uma construção que vem acontecendo há anos.
Uma liderança pública não é medida pela distância entre sua cidade de origem e Assis.
Ela é medida pelo compromisso que assume com as necessidades da nossa população.
Eu nasci em Assis.
Fui criado em Assis.
Constituí minha família em Assis.
Moro em Assis com minha esposa e filhos.
Tudo o que faço tem um objetivo muito simples: ajudar a construir uma cidade melhor para eles e para todos aqueles que escolheram viver aqui.
Por isso, não peço que as pessoas conheçam o articulador Rodrigo de Souza.
Também não peço que conheçam a deputada federal Maria Rosas.
Peço apenas que conheçam os fatos.
Que observem para onde os recursos estão indo.
Quais instituições estão sendo fortalecidas.
Quais projetos estão sendo ampliados.
Quais pessoas estão sendo beneficiadas.
A democracia garante o direito à crítica. E ela é fundamental.
Mas a crítica também precisa caminhar ao lado da honestidade intelectual.
É perfeitamente compreensível não conhecer uma liderança pública em uma cidade do tamanho de Assis.
O que não me parece razoável é ignorar anos de trabalho, parcerias e resultados concretos para sustentar uma narrativa que não encontra respaldo na realidade.
Por isso, acredito que a discussão mais importante não seja quem é Maria Rosas ou quem é Rodrigo de Souza.
O que realmente importa é uma pergunta muito simples:
A parceria construída entre Rodrigo de Souza, as instituições de Assis e o mandato da deputada Maria Rosas tem gerado benefícios para a cidade?
Tem fortalecido projetos?
Tem aberto portas para nossas entidades?
Tem ajudado a levar oportunidades para quem mais precisa?
Se a resposta for sim, então é sobre isso que deveríamos estar falando.

Rodrigo de Souza: Nascido, criado e morador de Assis. Para alguns, apenas mais um cidadão. Para as instituições da cidade, alguém que acredita que trabalho vale mais do que discurso.

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