Como base no que disse Cortella refleti que precisamos agregar ao dicionário mundial o verbo “mandelar” que significaria luta contra a segregação racial (apartheid), amor ao próximo, respeito ao ser humano, não incitar o ódio, lutar por seus ideais, fazer o bem, viver intensamente, persistir, acreditar e sonhar sempre, combate ao neonazismo, batalhar por igualdade econômica, social e étnica e uma infinidade de definições relacionadas às atitudes benéficas. Como ele disse. “Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar”.
Também penso que deveríamos criar um novo idioma mundial, o mandelês, ou seja, a linguagem do amor, da paz e da justiça. “Se você falar com um homem numa linguagem que ele compreende, isso entra na cabeça dele. Se você falar com ele em sua própria linguagem, você atinge seu coração” Nelson Mandela.
Com certeza, Nelson Mandela (1918-2013) é o maior humanista do século passado e início deste.
Vamos “mandelar”!
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[/left]* Por Márcio Alexandre










