Na terça-feira, 13 de abril, o Poder Executivo de Assis por meio do Prefeito de Assis, José Fernandes e da Secretária de Negócios Jurídicos, Marina Antunes e o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais, por meio do advogado, Fabiano de Oliveira, se reuniram em audiência virtual, designada pelo procurador do Tribunal de Justiça de São Paulo, com objetivo de entrarem em um acordo sobre o pedido de reajuste do piso dos professores da Prefeitura de Assis após portaria assinada pelo Presidente Jair Bolsonaro que estabeleceu em fevereiro deste ano, o novo Piso Salarial Profissional Nacional para os Profissionais do Magistério Público da Educação Básica (PSPN) que foi de 33,24%.

A proposta do Executivo foi de um reajuste de 4% para a classe dos professores, além dos 10,75% que já foi dado a todos os servidores municipais em janeiro de 2022.

Apesar da proposta feita pelo Executivo, o Sindicato não aceitou a quantidade estipulada para o aumento, mantendo o pedido de reajuste total de 33,24%.

Grevistas em frente a Prefeitura de Assis - Foto: Divulgação/Arquivo Pessoal - Divulgação

Já, a Prefeitura alega que pode incorrer em improbidade administrativa. “Esse índice se mostra, hoje, impossível de ser atendido por questões de responsabilidade fiscal e orçamento da Prefeitura de Assis”, explica Marina Antunes, Secretária de Negócios Jurídicos.

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Com a falta de acordo, o Executivo deverá retirar a proposta de 4% que está na Câmara Municipal e os professores devem seguir lutando pelo reajuste total.

A greve

Ainda na reunião desta terça-feira, 13 de abril, ficou determinado que os professores terão aplicação de faltas dos dias que eles não estiveram em sala de aula. A greve foi deflagrada[/color] no dia 4 de abril, durou cinco dias e foi encerrada quando a Justiça determinou que os professores retornassem às salas de aula[/color], sob pena de multa diária de R$10 mil.

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