03 de Dezembro de 2022
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Entretenimento - Blog

Procedimentos faciais mais buscados na cirurgia plástica

Homens e mulheres procuram, cada vez mais, por procedimentos estéticos, visando recuperar sua autoestima, jovialidade e bem-estar.



No que diz respeito à cirurgia plástica, seu histórico remete à antiguidade, com relatos de procedimentos reconstrutivos praticados há mais de 4.000 anos, sendo considerada, portanto, um dos tratamentos curativos mais antigos do mundo. Novos avanços se fizeram presentes na Primeira Guerra Mundial, período em que inovações cirúrgicas foram essenciais na recuperação de soldados com ferimentos graves, e se estenderam até a modernidade, com o aperfeiçoamento de técnicas e o surgimento de procedimentos menos invasivos, alguns com viés puramente estético, corroborando para a popularização dessa área médica em diversos países.



Diante de tanta procura pelo procedimento ideal, e de acordo com o ranking da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, trouxemos um ranking com os tipos de cirurgia plástica faciais mais buscadas nos últimos anos e o cirurgião plástico da clínica Libria esclarece todas elas, veja a seguir:



Blefaroplastia (Cirurgia das pálpebras)

É um dos procedimentos faciais mais procurados no país, tanto estético quanto funcionalmente. A blefaroplastia, a cirurgia plástica realizada nas pálpebras, é um benefício para pacientes em qualquer idade, desde que haja o incômodo na região, seja nas pálpebras inferiores ou superiores. Entre as indicações estão: excesso de depósito de gordura nas pálpebras superiores; excesso de pele ou flacidez nas pálpebras superiores que acabam prejudicando a visão; excesso de pele e rugas finas na pálpebra inferior ou bolsas sob os olhos dando um aspecto envelhecido ao olhar da paciente.



Rinoplastia (Cirurgia do nariz)

A rinoplastia sempre foi uma tendência entre as cirurgias plásticas e nos últimos anos, a busca por esse procedimento aumentou em mais de 4000% segundo dados do Google.



Além disso, os próprios pacientes passaram a exigir um resultado mais refinado, um nariz delicado e, em simultâneo, sem parecer cirurgia plástica. Isso exigiu dos cirurgiões uma evolução técnica, acompanhado do movimento social (mídias sociais, selfies, aplicativos de fotos), em que o nariz é o centro do rosto, harmonizando toda face.



Com a influência das redes, superexposição da internet e a quantidade absurda de 'selfies' tiradas, a rinoplastia ganha lugar de destaque dentre os procedimentos mais populares. Isso se deve ao fato do nariz se destacar muito em fotografias, positiva e negativamente, impulsionando o público a buscar formas de correção estética. "Aliada aos motivos tradicionais de insatisfação, melhora estética ou funcional, a vontade de apresentar a melhor versão de si mesmo nunca esteve tão em alta." comenta o cirurgião plástico Hugo Sabath.



Otoplastia (Cirurgia de orelha)

Condição que causa de desconforto e constrangimento em crianças e adultos, a popular "orelha em abano" é considerada um problema relativamente fácil de ser corrigido.



A correção de orelhas em abano, especialmente as muito grandes e salientes, é a principal razão pela qual as pessoas desejam fazer uma otoplastia. A cirurgia pode alterar não apenas seu formato, mas também o tamanho e posicionamento no crânio.

Facelift

Lifting é uma palavra advinda do inglês americano e derivada do verbo lift, que em português significa levantar. Também é conhecido pelos nomes: lifting facial, plástica facial, facelift, ritidoplastia e ritidectomia.



"Tem como principal objetivo, benefícios relacionados ao reposicionamento dos tecidos faciais, a redução do excesso de pele do rosto, flacidez e rugas, a readequação do contorno facial, o rejuvenescimento e, principalmente, o aumento da autoestima do paciente." destaca o cirurgião da Clínica Libria.



O lifting facial compreende as seguintes áreas:

• Pálpebras;

• Pescoço;

• Mandíbula;

• Região T (nariz e testa).



Deep Plane

De acordo com o cirurgião plástico da Clínica Libria, Dr. Hugo Sabath, que é especializado na técnica Deep Plane, esse procedimento de rejuvenescimento facial é tido como o mais inovador, essa técnica funciona através do reposicionamento do conjunto da musculatura, pele e gordura a partir de uma dissecação (abertura e/ou separação de organismos) em um plano mais profundo da face, em que é realizada a separação em uma camada profunda da pele.



"O principal objetivo do Deep Plane Lift está na liberação e reposicionamento das camadas musculares, de pele e de gordura, sem provocar tensão nos tecidos, deixando a pele com aparência mais jovem e de forma mais natural." explica o médico.



Principais benefícios



-Pele com aspecto jovem;

-Remoção do excesso de pele;

-Resultado mais duradouro;

-Cicatriz imperceptível;

-Recuperação mais rápida e simples;

-Resultado mais natural;

-Maior eficiência e durabilidade, especialmente para o bigode chinês, a linha do fofão ("bulldog") e as olheiras.



"Apesar de serem procedimentos com propósitos distintos, vale lembrar a importância de que, para ambas as cirurgias, se deve buscar um médico de confiança, capacitado e com bagagem de bons resultados e segurança nas operações." finaliza o cirurgião plástico da Clínica Libria.

Tutores procuram por gato desaparecido em Cândido Mota

Brisa estava no jardim da casa quando desapareceu

A tutora do gato Brisa está a sua procura, desde sexta-feira, 11 de novembro, quando sumiu nas proximidades do Espetinho Santa Terezinha, em Cândido Mota.

Brisa é dócil e estava no jardim da casa, quando sumiu. "Não sei se pegaram ele, ou ele fugiu assustada, pois o movimento na rua estava muito grande, na sexta-feira", explicou.

Para informações sobre o paradeiro de Brisa, basta entrar em contato com o (18) 99637-0233.
Divulgação - Gata Brisa desaparecida em Cândido Mota - Foto: Divulgação
Gata Brisa desaparecida em Cândido Mota - Foto: Divulgação

Tutora busca por gatinha desaparecida no Jardim Europa

A gatinha atende pelo nome de Filomena e desapareceu próximo à Avenida Sebastião Mendes de Brito e usava com coleira rosa

A tutora Carolina Horschutz está em busca de sua gatinha que desapareceu nesta segunda-feira, 7 de novembro no Jardim Europa, em Assis.

A gatinha atende pelo nome de Filomena e desapareceu próximo à Avenida Sebastião Mendes de Brito, nas imediações da Skifish.

"Ela nunca saiu de casa, é medrosa e um pouco arisca", afirma Carolina.

Divulgação - Filomena - Foto: Divulgação
Filomena - Foto: Divulgação


A pelagem de Filomena é branca, com manchas amarelas e pretas. Ela usava uma coleirinha rosa.

Divulgação - Ela usava uma coleirinha rosa quando desapareceu - Foto: Divulgação
Ela usava uma coleirinha rosa quando desapareceu - Foto: Divulgação


Carolina está pagando uma recompensa para quem encontrar e devolver a gatinha.

Se alguém souber do paradeiro de Filomena, entrar em contato através dos telefones (18) 99724-1405 ou (18) 997119-8524.

Tutora busca por gato siamês desaparecido no Jardim Morumbi

Ele atende pelo nome de Felpudo

A tutora Ana Assunta está em busca de seu gato, que desapareceu na segunda-feira, 7 de novembro, na parte da manhã.

O gato é da raça siamês, com olhos azuis e atende pelo nome de 'Felpudo'.

Segundo Ana, Felpudo desapareceu nas imediações da rua Francisco Bonanato, próximo a concessionária Toyota.

Divulgação - Felpudo - Foto: Divulgação
Felpudo - Foto: Divulgação


Se alguém tiver informações sobre o paradeiro, a tutora pede que entrem em contato através do telefone (18) 99706-1720.

Cachorra Border Collie desaparece no Residencial Veneza em Assis

Tutores estão em busca da cachorra e pedem ajuda da população

Na manhã de quinta-feira, 3 de novembro, Kyra, uma Border Colie preta, desapareceu de sua residência no Residencial Veneza, em Assis.

Os tutores da cachorra estão desesperados em busca de seu paradeiro. "Ela fugiu quando eu abri o portão para ir trabalhar, fomos atrás dela na hora, mas ela desapareceu", explicou Bruna Helena.

divulgação - Kyra desapareceu no Residencial Veneza - Foto: Divulgação
Kyra desapareceu no Residencial Veneza - Foto: Divulgação


A cachorra é do filho de Bruna e ela conta que a criança está sofrendo muito pelo desaparecimento de Kyra. "Ela é preta, com manchas brancas, pedimos para que qualquer informação seja passada para a gente", destacou.

divulgação - Tutores estão desesperados atrás de seu paradeiro - Foto: Divulgação
Tutores estão desesperados atrás de seu paradeiro - Foto: Divulgação


A última vez que a Kyra foi vista, estava perdida na mata entre o Pacaembu e Parque Universitário.

Para entrar em contato com Bruna, basta ligar ou mandar mensagens no número (18) 99708-9708.

Tutores buscam Border Collie desaparecida em Paraguaçu Paulista

Cachorra atende por nome de Meg e família paga recompensa

No domingo, 30 de outubro, a cachorra, de raça Border Collie, Meg, sumiu no Bairro Murilo Macedo, após forte barulho de rojões.

Maria José Carvalho Cruz conta que a cachorro tem um valor sentimental para a família, muito grande, já que era do pai dela, que já faleceu e está na família há 11 anos. "Isso nunca tinha acontecido, foi muito rápido e já rodamos Paraguaçu inteira e nada dela", desabafou.

divulgação - Border Collie Meg desaparecida em Paraguaçu Paulista - Foto: Divulgação
Border Collie Meg desaparecida em Paraguaçu Paulista - Foto: Divulgação


Meg é preta com as patas brancas e tem médio porte.

A família pede para que qualquer informação seja passada pelo número (18) 99763-4480.

Acreditamos que alguém tenha abrigado ela, por isso pedimos ajuda da população para encontrá-la, ninguém consegue dormir, sabendo que ela .

Cachorro encontrado na rua está para adoção

O cachorro é sem raça definida, de porte médio, adulto e dócil

Giulia Loren procurou o Portal AssisCity na tentativa de encontrar um lar para um cachorro que ela encontrou na rua.

"Minha esposa o pegou na tua, muito sujo, com carrapatos e bem magro, para cuidarmos temporariamente", conta.

O cachorro é sem raça definida, de porte médio, adulto e dócil.

Giulia já tem quatro cachorros e não tem condições de adotar mais animais.

"Entramos em contato com algumas ONGs da cidade e pessoas que talvez pudessem nos ajudar, mas até agora não tivemos resposta", afirma.

Divulgação - O cachorro é sem raça definida de porte médio - Foto: Divulgação
O cachorro é sem raça definida de porte médio - Foto: Divulgação


A ideia de Giulia era ajudar o cachorro e ficar com ele poucos dias e depois levá-lo para uma ONG, pois tinha consciência que não poderia arcar financeiramente com os custos de mais um cachorro. "Eu preciso mesmo de ajuda, ele fica na garagem e meus outros cachorros não se dão bem com ele", diz.

Giulia tem autismo e acaba ficando sobrecarregada sensorialmente com latidos. "Quando ele late, os cachorros do vizinho latem muito. Eu amo os animais, e amo esse cachorro, pois é bem dócil, mas sendo realista, não consigo ficar com ele nessas condições", desabafa.

Quem tiver interesse em adotar o cachorrinho pode entrar em contato diretamente através do número (18) 99774-8811.
Bem-Estar

Como é escolher não ser mãe na atualidade?

Ana Luiza de Figueiredo Souza relata que não planeja ter filhos e levanta a bandeira da desromantização da maternidade em dissertação de mestrado

"Imaginei, pela primeira vez, como seria a vida sem alguém que me chamasse 'Mamãe, mamãe'. Até que um dia soltei a declaração que por muitos anos ecoou (às vezes ainda ecoa) como desacato a familiares: 'Eu não, não vou ter filho'. E minha avó, a mesma que queria voltar no tempo e desfazer gestações, pôs o dedo em riste, olhar de professora: "Você tem que ser mãe pra saber pelo que sua mãe passou". Quanto ressentimento cabe no amor materno?".

O relato é da publicitária Ana Luiza de Figueiredo Souza, que aos 29 anos completos debruçou-se sobre esse tema maternidade em sua tese de mestrado, após escolher não maternar.

Como é optar em não ser mãe na atualidade? Ana Luiza é personagem e também fonte para uma matéria de comportamento que aborde o julgamento da sociedade para com as mulheres que não querem ser mães. Segundo a pesquisadora, a cobrança vivida por elas está mais relacionada ao fato de serem mulheres do que ao de serem mães e lança um olhar realista sobre como o machismo está presente nas configurações sociais.

"Ter filhos possui significado social diferente quando se é homem. Homens com filhos (pais) não lidam com o mesmo nível de exigência e limitação do que mulheres com filhos (mães). A divisão sexual do trabalho de cuidado, a socialização que desde cedo incute nas meninas a obrigação de maternar, configura expectativas e demandas sociais que se mantêm mesmo quando a mulher não tem filhos. (...) Quantas vezes a irmã, a amiga, a professora ou a vizinha são mais cobradas a apoiarem uma mãe recente do que o próprio pai do bebê (ou o Estado)?"

Ana Luiza tem empatia com a maternidade, e mesmo optando por NÃO SER MÃE, decidiu seguir com um amplo e profundo estudo sobre o assunto. Entre em contato para conversar no desenvolvimento de uma pauta de comportamento sobre e a importância de deixar a maternidade menos romantizada possível e a tendência social cada vez mais presente de mulheres que escolheram não ter filhos.

Divulgação - Ana Luiza de Figueiredo Souza - Autora
Ana Luiza de Figueiredo Souza - Autora

Bem-Estar

A gratidão é um caminho para a felicidade?

Por Deborah Dubner

Na ótica da Psicologia Positiva, a felicidade inclui toda a aquarela de emoções, mas constrói-se cotidianamente nutrindo relações e emoções positivas, realizações, escolhas com significado e engajamento nas diversas dimensões da vida. É uma jornada trilhada passo a passo, não um lugar de chegada. Quando conseguimos viver nossos dias em estado maior de presença, nos conectando com o sentimento de Gratidão pelas dádivas da vida, certamente nos sentimos mais felizes.

A Gratidão é considerada uma força de caráter e está ao alcance de todos. A pesquisadora Sonja Lyubomirsky, professora no Departamento de Psicologia da Universidade da Califórnia, explica que a Gratidão reduz a pressão arterial, equaliza a frequência cardíaca, traz mais positividade e qualidade ao nosso cotidiano, melhora a segurança, engajamento e satisfação. Por outro lado, não é saudável fazer da gratidão um caminho de autocomplacência, pois nem tudo o que nos acontece é motivo para nos sentirmos gratos. Assim, a gratidão é uma força-mestre, mas é fundamental aprender a ativá-la com consciência, bom-senso e equilíbrio.

O ato de agradecer estimula a dopamina, um neurotransmissor fundamental na regulação dos processos motivacionais, e a ocitocina, que possui um efeito calmante. Ambos fazem parte do grupo chamado de "neurotransmissores da felicidade", que aumentam as sensações de bem-estar e diminuem o estresse e a ansiedade.

Por isso, pessoas gratas costumam exibir níveis elevados de vitalidade, otimismo e satisfação. Além disso, estudos mostram que o nosso cérebro não é capaz de sentir gratidão e infelicidade ao mesmo tempo. Assim, é muito fácil compreender por que a Gratidão faz tão bem.

O bem-estar depende dos nossos hábitos e escolhas. Como fazer da Gratidão uma prática diária? Existem inúmeras formas de agradecer e o importante é que cada pessoa descubra a sua. Que hábitos de gratidão você vai criar para se tornar mais feliz?

"Não é a felicidade que nos torna gratos, mas a gratidão que nos torna felizes". (Martin Seligman)

Divulgação - Deborah Dubner - Autora
Deborah Dubner - Autora

Voluntárias buscam por lar temporário para cão resgatado na Água do Baixadão

O cachorro estava comendo lixo de uma caçamba quando foi encontrado

As voluntárias Analu Braz e Madô estão em busca de um lar temporário para um cachorro resgatado na Água do Baixadão em Assis.

Segundo Analu o animal é dócil e precisa de cuidados. "Ele estava comendo lixo na caçamba quando encontramos ele, conseguimos com a ajuda de outros voluntários leva-lo para uma clínica, mas não temos para onde manda-lo após o tratamento", explicou.

divulgação - Cachorro foi encontrado na Água do Baixadão - Foto: Divulgação
Cachorro foi encontrado na Água do Baixadão - Foto: Divulgação


O cachorro aparenta ser da raça labrador, tem a pelagem preta e é muito dócil. "Ele já é mais velho, quando o encontramos estava cheio de moscas no corpo, uma judiação, por isso pedimos a ajuda da população para encontrar um lar para ele", pediu.

Para qualquer tipo de ajuda basta entrar em contato com Analu pelo (18) 99718-3316 ou Madô, no (12) 99102-5893.
Bem-Estar

Outubro Rosa: veja lista de alimentos que ajudam a prevenir o câncer

Alimentação balanceada rica em frutas, legumes e vegetais é aliada contra a doença

Manter uma alimentação saudável e balanceada é um dos fatores que contribuem para a longevidade e que podem evitar diversas doenças, como o câncer. Além disso, ser fisicamente ativo, manter o peso corporal adequado e evitar o consumo de bebidas alcoólicas ajudam a evitar a doença. Conforme dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), o câncer de mama é o segundo mais incidente em mulheres do Brasil.

Para o ano de 2022, foram estimados cerca de 66.280 novos casos pelo órgão, com 16,5% das pacientes indo a óbito por conta da doença. A pesquisa também revela que o câncer do colo de útero é o terceiro a acometer as mulheres brasileiras, sendo que para este ano estima-se 16.710 novos casos.


O mês de outubro é tradicionalmente dedicado a conscientizar a população sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce para aumentar as chances de cura e sobrevivência. Neste caminho para a prevenção do câncer também está a adoção de uma dieta equilibrada, rica em frutas, verduras, legumes e cereais integrais.


"Muitos estudos apontam que uma alimentação saudável é um fator que colabora para manter o organismo com suas funções saudáveis, evitando o aparecimento de doenças, entre elas o câncer. Com um organismo bem nutrido, nosso sistema imunológico é capaz de detectar as células defeituosas e eliminá-las antes que se multipliquem e formem um tumor" afirma a coordenadora do curso de Nutrição da Faculdade Anhanguera, Patrícia de Moraes Pontilho.


A seguir, a especialista elenca alguns dos alimentos que ajudam a prevenir o câncer:


Frutas vermelhas -- são ricas em flavonoides, antioxidantes naturais que desaceleram o processo de envelhecimento, além de contribuir para a manutenção das células saudáveis.


Frutas cítricas, como laranja, acerola, abacaxi -- são alimentos ricos em vitamina C, um importante antioxidante que auxilia na defesa do organismo.


Tomate, molho de tomate, goiaba e melancia -- alimentos ricos em licopeno, responsável pela cor avermelhada, uma substância antioxidante que repara danos causados às células pelos radicais livres.


Cenoura e abóbora -- são ricos em betacaroteno, pigmento natural que dá a cor alaranjada nos alimentos e fonte abundante de vitamina A, responsável por estimular o sistema imunológico e manter bons níveis de anticorpos no organismo.


Espinafre e couve -- esses alimentos possuem as substâncias luteína (combate a degeneração muscular) e zeaxantina (previne doenças oculares e perda visual).


Peixes de água salgada -- espécies como salmão e sardinha possuem ômega-3, um tipo de gordura saudável que regula o colesterol e é anti-inflamatório.


Soja e feijão -- alimentos ricos em isoflavona, composto natural que reduz o nível de colesterol.


Pimenta -- as pimentas vermelhas destacam-se por serem ricas em capsaicina, uma substância anti-inflamatória e analgésica que atua na defesa do sistema imunológico.
Bem-Estar

Complicações do diabetes podem ser evitadas com exercícios físicos, aponta estudo da Unicamp

A liberação do hormônio irisina durante a atividade física pode proteger os rins dos danos causados pelo diabetes

O rim é um dos órgãos mais afetados pelo diabetes, sendo que, no mundo, o diabetes já é a principal causa de doença renal crônica. De acordo com a Sociedade Brasileira de Nefrologia, estima-se que entre 10% e 40% das pessoas com diabetes tipo 2 apresentam problemas renais. Entre os casos de diabetes tipo 1, a estimativa é de 30%.



Um estudo brasileiro realizado pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), publicado recentemente na revista científica Scientific Reports, aponta que a prática regular de exercícios físicos pode proteger os rins dos danos provocados pelo diabetes. Os resultados da pesquisa indicam que o exercício ativa a liberação do hormônio irisina no músculo e na circulação. Quando chega aos rins, esse hormônio ativa a enzima AMPK, responsável por bloquear os mecanismos da fibrose renal.



O médico endocrinologista André Vianna explica que os pacientes com diabetes estão mais suscetíveis a problemas renais devido a possíveis inflamações nos vasos sanguíneos. "Quando a pessoa que tem diabetes não consegue um bom controle da glicemia ao longo dos anos, podem ocorrer lesões nos vasos sanguíneos de todo o corpo. Nos rins, essa condição pode levar a uma insuficiência renal crônica", afirma Vianna.



Essas lesões e inflamações nos vasos sanguíneos provocadas pelo diabetes podem resultar em graves complicações, como AVC, retinopatia, insuficiência cardíaca, neuropatia e doença renal crônica. André Vianna afirma que a prática regular de atividade física, somada ao tratamento adequado do diabetes, podem evitar a progressão dessas doenças.



"O exercício físico, seja ele qual for, traz benefícios para todas as áreas da nossa saúde. No caso da pessoa que tem diabetes, manter o corpo ativo melhora o funcionamento da insulina, alivia o estresse, previne essas doenças associadas e ainda ajuda a controlar o peso. É importante dizer que a obesidade ou o excesso de gordura abdominal contribui para a resistência à insulina. Por isso a prática de atividade física diária é fundamental, sempre de acordo com as orientações do médico endocrinologista", explica.

Tutores buscam por cachorra desaparecida em Assis

Cacau desapareceu de sua residência na quinta-feira, 6

Os tutores da cachorra Cacau procuraram o Portal AssisCity para pedir ajuda da população para encontrá-la.

Cacau desapareceu na quinta-feira, 6 de outubro, na Rua Edilson Aparecido dos Santos e foi vista pela última vez perambulando próximo aos bairros Assis III, Santa Clara e maria Izabel.

divulgação - Cachorra está desaparecida desde o dia 6 de outubro - Foto: Divulgação
Cachorra está desaparecida desde o dia 6 de outubro - Foto: Divulgação


Cacau faz uso de medicamento controlado e não pode ficar sem o tratamento.

Qualquer informação deve ser passada pelo (18) 99702-6292.

Assisense procura por tutor de cachorra perdida no Centro de Assis

Segundo Huldi, a cachorra está bem cuidada e aparenta estar perdida

Na tarde de domingo, 9 de outubro, o assisense Huldi Junior abrigou uma cachorra perdida em sua casa e procurou o Portal AssisCity para encontrar os verdadeiros tutores dela.

Segundo Huldi, a cachorrinha de pelos escuros está bem cuidada, usa uma coleira e aparenta ter no máximo dois anos de idade.

"Ontem nós resolvemos colocar ela para dentro de casa, por conta do tempo de chuva, demos água e comida, mas infelizmente não temos condições de cuidar dela e nem ser um lar temporário", explicou.

divulgação - Cachorrinha encontrada no Centro de Assis - Foto: Divulgação
Cachorrinha encontrada no Centro de Assis - Foto: Divulgação


Huldi procurou ajuda dos grupos de apoio à causa animal, mas também não conseguiu encontrar nenhum tutor provisório. "Sei que ela deve ter um dono, que está desesperado para encontrá-la, por isso peço a ajuda de todos para encontrar o dono dela", pediu Huldi.

Para entrar em contato com o assisense basta ligar no (18) 98109-5570.

Saúde animal: saiba como prevenir as 6 doenças mais comuns em gatos

Dicas sobre as principais enfermidades que acometem felinos e que podem ser evitadas com vacinas

Entre diversos outros cuidados com os gatos, os tutores precisam ficar atentos à vacinação, a forma mais eficaz de se evitar doenças graves que acometem felinos — e que também podem afetar as pessoas que convivem com o animal. Pensando nisso, a VetBR elencou seis enfermidades que merecem atenção e que podem ser prevenidas com a aplicação de vacinas desde o nascimento do gato.

Segundo Julcynete Magalhães, médica veterinária da VetBR, as vacinas polivalentes ou múltipla podem evitar doenças como panleucopenia, calicivirose, rinotraqueíte, clamidiose e leucemia viral felina; já a antirrábica previne a raiva, que também atinge os gatos.

"Muitas vezes o tutor deixa de vacinar por considerar que o animal não corre risco, quando na verdade é essencial para que se mantenha saudável. Mesmo em se tratando de um pet que fica a maior parte do tempo dentro de casa, como é comum entre os gatos, o animal pode ser contaminado de diversas outras formas", alerta.

A veterinária lembra que, para prevenir as diversas doenças citadas anteriormente, são necessárias duas doses iniciais das vacinas tríplices, quádruplas ou quíntuplas felinas, sendo a primeira dose aplicada após nove semanas de vida e a segunda, 28 dias após a imunização inicial. As vacinas também precisam de reforço todos os anos, uma dose. A antirrábica é aplicada a partir dos três meses (12 semanas) de idade, com apenas uma aplicação e reforço anual.

Para entender melhor sobre cada doença, confira esse pequeno manual que a VetBR preparou com as principais formas de contaminação, sintomas e prevenção.



Panleucopenia

Também conhecida como enterite infecciosa viral felina, é causada pelo vírus panleucopenia felino (VPF) e está associada à parvovirose canina. É considerada uma doença viral grave que acomete felinos domésticos e selvagens. O gato pode ser infectado por fezes e vômito de outros animais doentes. Entre os sintomas mais comuns, estão vômito e diarreia. Após ser contaminado, o animal pode vir a óbito por desidratação. A doença é mais comum entre os filhotes. A vacina contra a panleucopenia felina é a melhor forma de prevenção e a imunização pode ser obtida com a vacina polivalente (tríplices, quádruplas ou quíntuplas).

Calicivirose

É uma doença respiratória considerada grave, que acomete o pulmão e o trato respiratório de gatos em qualquer idade. A enfermidade é causada pelo calicivírus felino, agente patogênico resistente. A transmissão geralmente acontece por meio do contato com saliva ou secreção nasal de animais infectados. Úlcera na boca, infecção bacteriana secundária, alveolite fecal, lesão articular e artrite são os principais sintomas da contaminação. (Tríplices, quádruplas ou quíntuplas)

Rinotraqueíte

Uma das doenças respiratórias felinas, a patologia afeta gatos de todas as idades e é causada por três agentes: herpesvírus felino, calicivírus felino e bactéria Chlamydophila felis. O animal doente geralmente é o principal transmissor da enfermidade. Entre os principais sintomas, herpes na garganta, nariz, boca e no trato respiratório, conjuntivite e lesões no olho, além de espirros, secreção nasal, falta de apetite e apatia. A vacina polivalente (tríplice, quádrupla ou quíntupla) é usada como prevenção.

Clamidiose

É considerada uma zoonose, ou seja, é transmitida também para seres humanos. A doença é causada pela bactéria Chlamydia felis, popularmente conhecida como clamídia. Trata-se de uma infecção muito comum em gatos e que está associada a doenças do sistema respiratório felino. É importante não deixar o gatinho entrar em contato ou ficar no mesmo ambiente de outro animal contaminado, por ser uma doença extremamente contagiosa. Os principais sintomas são conjuntivite e úlcera na boca, corrimento nasal e ocular persistente, espirros, dificuldade respiratória, febre e falta de apetite. As vacinas quádruplas e quíntuplas são as principais formas de prevenção.

Leucemia viral felina

É uma das doenças consideradas mais graves para os felinos. O vírus da leucemia felina (FeLV) é transmitido principalmente por secreções, como saliva de gatos que já foram contaminados. Quando o animal é positivado, a imunidade cai e ele fica mais suscetível a outras doenças, o que agrava a situação. É uma doença de difícil detecção, pois apresenta os sintomas de forma lenta, além de tumores internos. É comum que o tutor procure ajuda especializada quando já é muito tarde. A doença não tem cura, e pode ser prevenida apenas com um tipo de vacina, a quíntupla, que são as mais completas e abrangem todas as doenças citadas acima com a vacinação da polivalente.

Raiva

É uma das doenças mais graves para pets e não tem cura. A raiva é transmitida pela saliva ou pela mordida de um animal enfermo. Após a infecção, o vírus age no sistema neurológico do pet, levando-o à morte. Entre os sintomas iniciais estão febre, dor de cabeça, salivação excessiva, espasmos e paralisia. Trata-se de uma zoonose, e a única forma de prevenção é a vacina antirrábica. É uma enfermidade de notificação obrigatória, ou seja, o dono precisa comunicar os órgãos competentes em caso de infecção do animal.
Bem-Estar

As 5 principais dúvidas das mulheres sobre a endometriose

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 10% da população mundial feminina, ou 180 milhões de mulheres, sofrem com os efeitos da endometriose. No Brasil, estima-se que sejam mais de 7 milhões de casos entre mulheres em idade reprodutiva. A doença consiste na migração do endométrio (tecido que reveste a cavidade uterina) para outras regiões do corpo, como abdômen, ovário, trompas uterinas e intestino.

A doença foi recentemente reconhecida pela organização, o que a eleva ao status de problema de saúde pública e ganhou, no Brasil, um data específica para marcar a luta contra a endometriose, no dia 13 de março.

Com mais de 13 anos de experiência, a ginecologista Mariana Rodrigues Souza, especialista em atendimento e cirurgias de pacientes com endometriose, afirma perceber um aumento no número de casos nos últimos anos. "No Brasil, percebemos um retardo de até 10 anos no diagnóstico da doença. Muitas vezes, os sintomas são desconsiderados ou negligenciados, como se a cólica fosse normal", explica.

Para esclarecer os principais questionamentos e auxiliar no diagnóstico da doença, a especialista explica os cinco tópicos que mais chegam ao consultório sobre a doença:

- Quais são os principais sintomas da endometriose?

Entre os sintomas mais comuns relatados por pacientes com a doença, estão dor pélvica intensa, dor durante ou após relações sexuais, dor pré-menstrual, dor ao urinar ou evacuar, dificuldade para engravidar, sensação de esvaziamento incompleto da bexiga e do intestino, fadiga crônica e em casos mais graves, sangramento intestinal e na urina.

- Como é realizado o diagnóstico?

O primeiro passo é a consulta a um ginecologista. Após o relato dos sintomas, o médico pode solicitar uma ultrassonografia transvaginal, exame capaz de indicar possíveis alterações características da doença, ou mesmo a ressonância magnética. Uma pequena cirurgia, chamada laparoscopia, pode atestar a endometriose, tanto na investigação médica, a partir da identificação de cistos e nódulos característicos, quanto na biópsia das lesões.



- A mulher com endometriose pode engravidar?

Sim, embora possa haver maior dificuldade para engravidar, é possível. Algumas pacientes conseguem engravidar espontaneamente apenas com o tratamento, com medicações e mudanças de hábitos de vida. Outras podem ter a necessidade de serem submetidas a cirurgias ou tratamentos de reprodução humana. No entanto, quando essa mulher consegue engravidar, existe um risco maior de aborto e trabalho de parto prematuro. É importante informar o médico responsável pelo pré-natal sobre a condição.

- Como é o tratamento da endometriose? Tem cura?

Infelizmente a endometriose não tem cura, mas o tratamento é capaz de trazer muita qualidade de vida para as mulheres portadoras dessa patrologia. O tratamento mais comum da doença envolve o uso de hormônio. Mas é importante saber que mudanças de estilo de vida, como com o uso de dieta anti inflamatória, atividade física, utilização de maquiagem vegana e sono adequado, são imprescindíveis para o tratamento, assim como o uso de fitomedicamentos e vitaminas, que podem ser usados por via oral ou endovenosa.

- A cirurgia é necessária em todos os casos?

Somente uma parte das pacientes tem indicação de cirurgia. A primeira é quando existe uma lesão grave que pode levar a perda da função de um órgão, como quando há um nódulo invadindo o intestino ou a bexiga. A segunda indicação é em casos de mulheres que têm dor refratária ao tratamento clínico, que muitas vezes não têm lesões graves mas continuam com quadro de dor. A terceira indicação está relacionada à infertilidade, quando há o funcionamento normal do organismo da mulher e de seu parceiro e mesmo assim ela não consegue engravidar.
Bem-Estar

Azia: como evitar a sensação de queimação sem uso de remédios

Quem nunca lidou com a sensação de queimação que surge no alto do abdômen e pode chegar até o peito e a garganta pode comemorar. O sintoma, mais conhecido como azia, incomoda e, por isso, o recurso mais habitual para solucioná-lo rapidamente é optar por medicamentos. O gastroenterologista do Hospital Edmundo Vasconcelos, Eduardo Berger, no entanto, explica que mudanças de hábito podem solucionar o quadro de maneira permanente ou pelo menos até que se obtenha o diagnóstico do que provoca a sensação.

Entre os itens que evitam a azia estão uma dieta adequada, sem intervalos longos em jejum, o controle de peso e dos problemas emocionais. "Tornar a rotina mais saudável é muito importante para solucionar a azia. Mas, mesmo com o sintoma eliminado, deve-se procurar um especialista para entender sua causa. Uma simples azia pode indicar diversas patologias. O diagnóstico correto é essencial para identificar qual é ela", alerta.

Entre as doenças que podem provocar o sintoma estão: gastrites, duodenites, hérnia de hiato, esofagite de refluxo, úlceras gástricas ou duodenais e outras mais raras. "As drogas que atuam na redução drástica da produção de suco gástrico, habitualmente terminadas com o sufixo "prazol", nunca devem ser usadas sem a prescrição do médico", explica o profissional.

"Mesmo o uso esporádico de antiácidos, inclusive o bicarbonato de sódio, merece atenção. Essa alternativa, quando usada de forma frequente, ou seja, mais de 3 a 4 vezes por semana, é um sinal de atenção que demonstra a hora de procurar um médico", complementa.

Hábitos que podem provocar azia:

- Ter uma alimentação baseada em alimentos industrializados, com adição de produtos químicos ou conservantes nocivos para o organismo;
- Não ingerir líquido no volume adequado. O indicado é uma média de 2 a 3 litros de líquidos por dia, a depender das condições climáticas;
- Exagerar no consumo de café, bebidas alcoólicas, alimentos excessivamente adoçados (como refrigerantes) e alimentos com gordura em excesso;
- Manter uma dieta com poucas fibras, como grãos, verduras e legumes, frutas, farinhas e alimentos integrais;
- Permanecer longos períodos em jejum, passando de 3 horas de intervalo entre refeições;
- Ingerir refeições muito volumosas;
- Obesidade;
- Ter vida atribulada e distúrbios emocionais
Bem-Estar

Conheça 5 Maneiras de Controlar Suas Emoções Durante uma Entrevista

Nem sempre conseguimos controlar totalmente nossas emoções! Quem nunca se arrependeu de uma fala ou uma ação na hora da raiva ou da pressão. Somos todos humanos, e acontece com todo mundo! É assim mesmo, faz parte de todo aprendizado.

Embora você não possa impedir que as emoções afetem em determinadas situações, inclusive na hora de realizar uma entrevista de emprego, você pode elaborar um plano para reduzir seu impacto.

Considerando isso, a gestora de carreira e especialista em desenvolvimento humano, Madalena Feliciano, cita 5 maneiras para te ajudar a controlar suas emoções durante uma entrevista de emprego:

Esteja preparado
Primeiramente, você precisa estar ciente que poderá se emocionar durante o processo; nervosismo, branco, ansiedade, podem ocorrer. Ao mesmo tempo, você precisa se preparar minuciosamente para a entrevista, pesquisar sobre a empresa (missão, visão, valores, principais clientes, produtos, mercado alvo, etc), responsabilidades do cargo, como você pode resolver problemas, trazer soluções, entender seus diferenciais são informações relevantes para não usar as respostas clichês. Desta forma quando as perguntas vierem, você estará se sentindo confortável em responde-las.

Tenha a mentalidade certa
Para controlar suas emoções durante a entrevista, você precisa estar na mentalidade correta.

Mantendo-se curioso e aceitando que será questionado e até mesmo pego de surpresa durante a conversa - essas situações podem fazer com que você se emocione - estando ciente disso, você estará pronto para controlar essas emoções quando elas surgirem.

"Desabafar com antecedência com alguém em quem você confia também pode ser de grande ajuda. Esvaziar alguns desses possíveis gatilhos antes da conversa, diminuirá a probabilidade de uma reação inesperada no momento".

Seja gentil com você mesmo
Como ser humano, você não é perfeito. Durante qualquer entrevista, você deve estar ciente que é normal dar branco ou ter a sensação de não ter falado o suficiente.

Madalena destaca que, uma coisa é sentir que não foi tão bem ou ficou nervoso durante a entrevista. Outra bem diferente é deixar isso abalar você e inviabilizar seus esforços. Ao entrar na conversa esteja preparado e seja você mesmo, você se sentirá mais tranquilo e certamente se sairá melhor.

Se você se preparou e entrou com a mentalidade adequada, a recuperação de um passo em falso será muito mais fácil.

Espere o inesperado
Você não pode prever o futuro, o que significa que você nunca sabe como a conversa terminará até que esteja no espelho retrovisor.

Quando você se prepara para um cenário desafiador e mantém uma atitude mental positiva, tudo flui mais tranquilamente.

Encontre uma técnica de tranquilidade que funcione para você
Para controlar suas emoções durante a entrevista, você precisa encontrar táticas que possa usar para se acalmar, tipo: ouvir boa música, fazer exercícios de respiração, ensaiar mentalmente, se empoderar, dentre outras que funcionem para você. Lembre-se, somos únicos!

"Não há tática certa ou errada aqui. Você só precisa encontrar uma técnica que funcione para você e se apegar a ela." finaliza Madalena Feliciano.

Tutora busca por gata desaparecida em Assis

A gata Mel está desaparecida há mais de 15 dias e sua tutora está angustiada em busca de seu paradeiro.

Dayana Pedro afirmou que a gata sumiu nas proximidades da rotatória do São Francisco de Assis, na Vila Ouro Verde.

"Já rodamos a cidade toda e nada de encontrá-la, não sabemos mais onde procurar, por isso pedimos a ajuda da população", pediu Dayana.

divulgação - Mel está desaparecida há 15 dias - Foto: Divulgação
Mel está desaparecida há 15 dias - Foto: Divulgação


Mel tem a pelagem caramelo e os olhos esverdeados.

Qualquer informação sobre a gata pode ser passada pelo número (18) 99711-3162.

Tutora busca por gatinha desaparecida no Pacaembu

A tutora Naiara Alves está à procura de sua gatinha, que está desaparecida desde domingo, 25 de setembro.

A gatinha atende pelo nome de Lua, de cores amarelo, preto, cinza e preto. Ela desapareceu no bairro Pacaembu.

Divulgação - Lua - Foto: Divulgação
Lua - Foto: Divulgação


Segundo Naiara, Lua não tem costume de sair para rua.

Divulgação - Ela desapareceu no bairro Pacaembu - Foto: Divulgação
Ela desapareceu no bairro Pacaembu - Foto: Divulgação


Se alguém tiver alguma informação sobre o paradeiro de Lua ou tiver encontrado, entrar em contato através do telefone (18) 981248251.

Coisa de Bicho precisa de doações para bazar solidário em prol de animais de rua em Assis

Em outubro, o grupo Coisa de Bicho realizará um bazar solidário, para arrecadar fundos em prol dos animais de rua em Assis. E para isso o grupo precisa de doações.

O bazar já é tradicional e acontece todo o ano na cidade. Veja o que doar:

- Roupas, sapatos, bolsas, artigos de cama, mesa e banho, acessórios;
- Móveis, eletrônicos, ferro de passar, artigos de cozinha, quadros, ursos e bonecas em bom estado de conservação.

Quem puder doar e ajudar, basta entrar em contato pelo WhatsApp (18) 996083418 ou (18) 997262181.

Se preferir, pode entregar as doações diretamente na rua Fernão Dias, nº 258, em qualquer horário.

Tutores buscam por cachorro desaparecido em Assis

Os tutores do cachorro Draco estão em busca de seu paradeiro, após ele escapar de casa na madrugada de domingo, 18 de setembro.

Segundo os tutores Draco escapou junto com Molly que foi localizada hoje pela manhã. "Agora estamos em busca dele, pedimos para que qualquer informação seja passada para nós", pediu.

divulgação - Draco desapareceu na madrugada de domingo - Foto: Divulgação
Draco desapareceu na madrugada de domingo - Foto: Divulgação


Draco tem a pelagem preta e a última vez que foi visto estava em frente ao antigo Galdério.

As informações podem ser passadas pelo (18) 99698-5867, falar com Valeska.
Bem-Estar

Por que a partir dos 30 anos alguns antibióticos param de fazer efeito?

A alta frequência do uso de antibióticos durante a infância e adolescência e a automedicação podem levar à resistência a antibióticos a partir dos 30 anos e a uma redução na eficácia do remédio. Para driblar esse problema, a alternativa, segundo a clínica-geral do Hospital Edmundo Vasconcelos, Lígia Brito, é optar por opções mais fortes da medicação para pacientes a partir da faixa etária.

"O problema não é a idade, mas a frequência e o volume do medicamento usados ao longo da vida. Sabemos que, na maioria das vezes, o antibiótico usado por um adolescente de 15 anos não terá a mesma resposta quando usado por um adulto de 30 anos, pois a probabilidade de resistência é maior. Por isso, analisamos o tipo de infecção e a idade para prescrever o medicamento mais indicado", explica a médica.

Todo esse zelo médico, porém, pode ser colocado em xeque pelo hábito da automedicação, comum entre a população brasileira. Segundo pesquisa realizada pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF) em 2019, 77% dos entrevistados responderam ter feito uso de medicamentos sem prescrição médica no período dos seis meses anteriores à pesquisa. Uma fatia de 47% respondeu que a prática é ainda mais comum e que ocorre pelo menos uma vez por mês. Segundo Lígia Brito, essa realidade leva ao tratamento incorreto de diversas doenças e até a complicações mais graves.

"Apesar de os antibióticos só serem vendidos com prescrição médica, ainda há o uso indiscriminado que acarreta ao tratamento inadequado e a possíveis complicações como lesões no rim e fígado e, de fato, ao desenvolvimento da resistência as bactérias e o surgimento de bactérias multirresistências, conhecidas como superbactérias- que não são sensíveis as opções que existem no mercado", alerta a clínica-geral.

O diagnóstico, além do processo clínico, pode ser complementado pelos exames de cultura e antibiograma, que identifica qual antibiótico é sensível ou resistente a bactéria em questão. "Somente o médico pode identificar se a doença é realmente causada por uma bactéria e se já existe uma resistência a algum tipo de medicamento. Por isso, sempre que existir sintomas mais persistentes ou qualquer dúvida é indicado procurar um especialista", conclui.
Culinária

Como fazer uma econômica e refrescante Salada de Macarrão com enlatados

Receita prática, que fica pronta em apenas 25 minutinhos

Em 22 de setembro, inicia-se a primavera. A estação que antecede o verão costuma ter um clima mais fresquinho, que é propício para pratos leves e refrescantes. Pensando nisso, a Associação Brasileira de Embalagem de Aço (Abeaço) traz uma sugestão irresistível para inovar na cozinha com economia e praticidade: Salada de Macarrão feita com enlatados.

Pronto em apenas 25 minutos, o prato é uma opção nutritiva para surpreender a família nos dias mais quentes. Entre os principais ingredientes da receita estão a ervilha, o milho o atum em lata, que são ricos em vitaminas e nutrientes. "O envase na lata preserva boa parte dos nutrientes desses alimentos e não traz adição de conservantes", comenta Thais Fagury, engenheira de alimentos e presidente executiva da Abeaço.

Para aprender como fazer, confira o modo de preparo:

Ingredientes:
1 pacote de macarrão integral tipo parafuso
1 lata de ervilha em conserva
1 lata de milho em conserva
1 lata de atum em conserva
1 cenoura grande ralada
1 maçã picada
1 tomate cortado em cubos
2 colheres de sopa de cebola
5 colheres de sopa de uvas passas
Cheiro verde a gosto
Limão, azeite e sal a gosto
3 colheres de sopa de maionese light

Modo de Preparo:
- Cozinhe o macarrão integral. Assim que estiver pronto, em uma saladeira, misture-o com o milho, a ervilha, atum, tomate, cenoura, cebola, maçã, uva passa e cheiro verde.
- Tempere com limão, azeite, sal e acrescente a maionese light.

Tempo de preparo: 25 minutos
Bem-Estar

Protetor solar é só para o rosto?

Estudo analisou idosa que usou o produto por 40 anos apenas na face; entenda o caso que viralizou nas redes sociais

Um artigo de Christian Posch, pesquisador do Departamento de Dermatologia da Universidade Técnica de Munique, na Alemanha, viralizou na internet após evidenciar a importância de proteger o corpo todo, e não somente o rosto, dos raios solares diariamente. O estudo avaliou a pele de uma senhora de 92 anos que usou protetor solar, ao longo de quatro décadas, somente na face.

O fato é que o uso do filtro, recomendado por dez em cada dez dermatologistas, não deve se limitar apenas ao rosto. "No caso da mulher idosa, é perceptível a diferença dos danos dos raios UV entre as áreas de rosto e pescoço", conta a médica, especialista em estética, Lívia Fraga.

Divulgação




E, além de resultar em nítidos problemas estéticos, Lívia ainda faz o alerta sobre os reflexos que a negligência com o protetor solar pode causar. "Em longo prazo, os efeitos também refletem no DNA nas células da pele, aumentando o risco de mutações genéticas que podem dar origem ao câncer", ressalta

Cuidar desde cedo



Proteger a pele do corpo todo, desde a juventude, diminui riscos de diversas doenças, incluindo, o câncer. Segundo o Inca (Instituto Nacional do Câncer), cerca de 30% dos tumores malignos registrados no país estão relacionados ao câncer de pele. "A doença, muitas vezes, é causada pela exposição excessiva aos raios UVA e UVB, o que aumenta a importância do protetor solar", frisa a médica.



A médica ainda cita que o protetor solar é indicado para todas as épocas do ano, incluindo o inverno. "Além disso, é importante que o FPS do protetor solar atenda às necessidades da sua pele. O uso correto, na quantidade e na frequência corretas, além de proteger do câncer, evita os sinais do fotoenvelhecimento, retardando o aparecimento de rugas e manchas da pele", finaliza.
Bem-Estar

Setembro Amarelo, como o CBD pode ajudar no tratamento e no combate ao suicídio

Estudos apontam 58% de eficácia da cannabis medicinal no tratamento da depressão e ansiedade

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), uma em cada 100 mortes é causada por suicídio. No Brasil, a cada 42 minutos, uma pessoa põe fim à própria vida, sendo que em 2020 foram registrados perto de 13 mil casos de suicídio. Desses, 96,8% dos casos, segundo a Associação Brasileira de Psiquiatria, estão associados a um histórico de doenças mentais tratáveis com métodos humanizados, redes de apoio, mais informações sobre tratamentos indicados e sobre os sinais de alertas.

Se os números de efetivos suicídios assustam, os números de tentativas são ainda maiores, chegando a média de 10 vezes mais. Para a médica da clínica Gravital Curitiba, Marina Montibeller, em comum entre todos, estão os gatilhos da dor e da depressão, que muitas vezes passam despercebidos pelas famílias. "É preciso fortalecer as ações de prevenção aos processos autodestrutivos, primeiramente com ferramentas de apoio que ajudem as pessoas próximas a identificar comportamentos - lembrando que nem sempre é fácil reconhecer, principalmente nos jovens. Em segundo plano, também temos a parte do tratamento e medicamentos indicados, que podem ser fundamentais no médio e longo prazo", conta a médica.

Sobre os medicamentos, uma pesquisa publicada pelo Journal of Affective Disorders, em 2018, analisou o uso da cannabis para aliviar os sintomas de depressão e ansiedade e revelou que os usuários de cannabis medicinal tiveram 58% de redução na ansiedade e no estresse. O estudo também mostrou que a cannabis com alto teor de THC e alto teor de CBD apresentou resultados mais eficazes na redução do estresse. "O canabidiol é uma alternativa de tratamento eficaz, natural e administrado de forma segura, inclusive se o paciente já fizer uso de outros métodos. Ele tem o potencial de estimular e equilibrar todo o sistema endocanabinóide, que é o maior sistema presente no corpo humano, inclusive em todo o sistema neurológico, cardiovascular, circulatório, psíquico, entre outros", conta Marina.

A médica também conta que o CDB tem um grande poder terapêutico e pode ser usado em várias situações como no restabelecimento de neurotransmissores deficientes, limitadores de prazer e causadores da depressão. "A cannabis medicinal é um componente de extrema potência, que ajuda no combate à diversas patologias, não apenas a depressão, como também ansiedade, dores crônicas, estresse, estafa e demais condições que podem levar as pessoas a quererem tirar a própria vida. Sem contar que provoca muito menos efeitos colaterais", explica.

Como age o canabidiol no combate a depressão?

O sistema endocanabinóide está presente em quase todos os tecidos e órgãos humanos e junto com os receptores CB1 e CB2, eles são responsáveis por manter o organismo em homeostase (equilíbrio). Sendo assim, fitocanabinoides, como o CBD, atuam em sinergia com os endocanabinoides, potencializando seus efeitos e promovendo o bem-estar.

No caso da depressão, o paciente pode sofrer com uma deficiência de neurotransmissores responsáveis pela sensação de prazer. Sendo assim, o canabidiol ajuda a restabelecer as funções dessas substâncias, estimulando a sua produção e circulação pelo sistema nervoso.

Dicas para fortalecer a saúde mental

Realize atividades prazerosas como leitura, meditação, exercícios, hobbies
Evite o contato excessivo com notícias diárias que podem ser gatilhos emocionais
Pratique atividade física, que auxilia na redução do estresse e traz a sensação de bem-estar
Mantenha contato com amigos e familiares, mesmo que por telefone, mensagens e vídeos chamadas
Compartilhe sentimentos e anseios com pessoas de confiança
Evite o excesso de álcool, tabaco e outras drogas que podem ser gatilhos para emoções negativas
Crie uma rotina e busque segui-la, isso ajuda a no equilíbrio emocional e reduz a ansiedade
Tenha hábitos saudáveis com relação a alimentação, sono, trabalho e lazer
Participe de redes de apoio e ações de cuidado e solidariedade


Busque ajuda de um profissional sempre que necessário
Bem-Estar

Conheça 10 formas de cuidar da própria energia e dos ambientes

Terapeuta que cuida "de pessoas e seus lares" ensina formas práticas de trazer bem-estar e tranquilidade ao dia-a-dia

Cuidar da espiritualidade está muito além de olharmos para dentro de nós. Os ambientes onde passamos o dia, seja nossa casa ou trabalho, carregam em si energias que interferem diretamente nas pessoas que ali transitam, vivem ou trabalham. Isso porque quando algo de ruim acontece em determinado lugar, parte da energia desprendida durante esse ato ali permanece, e isso contamina o ambiente ao ponto de prejudicar outros que possam ali residir ou trabalhar futuramente.

A terapeuta e consultora de feng shui Silvana Bighetti Bozza autora do livro "Mistérios, Magias e Consciência Cósmica", listou algumas dicas de como podemos cuidar da energia dos lugares a fim de garantir uma maior harmonia entre as pessoas em quaisquer ambientes que elas estejam.



Para os cuidados com a própria energia:

1. Banho de ervas:

Eles são utilizados com diferentes propósitos:

Para limpeza energética, quando usamos plantas tais como Espada de São Jorge, Arruda ou Comigo Ninguém Pode.
Para proteção pessoal: Hortelã, alecrim ou manjericão
Para relaxamento: lavanda, camomila ou alfazema
Basta fazer uma infusão com as ervas e jogar o pescoço para baixo. As plantinhas que sobrarem devem ser "devolvidas" para a natureza (jogar em uma raiz de árvore ou vaso de plantas para voltarem ao ciclo natural).



2. Exposição ao sol todos os dias:

Além dos benefícios que a vitamina D nos traz, como a produção de endorfina e no aumento de imunidade, a exposição ao sol traz vitalidade, melhora a qualidade do nosso sono e do humor.



3. Praticar meditação ou algum tipo de relaxamento:

Um exemplo prático são as massagens corporais, sempre bem vindas, por trazem benefícios não somente ao nosso físico mas ao nosso estado emocional, liberando substâncias que trazem prazer e sensação de bem-estar.



4. Ser generoso:

Por incrível que pareça, esse tipo de comportamento nos traz um benefício emocional enorme. Não existe nada mais prazeroso do que do que dar, doar, fazer algo por alguém, nos faz sentir importantes, necessários e valorizados. Os hormônios liberados após um simples gesto ajudam a trazer a compreensão e que fazer o bem é sempre o melhor caminho.



5. Sorria:

Essa dispensa explicações, certo? A vida fica mais leve com apenas um pequeno sorriso e, para o plano espiritual e fisiológico, o ato de sorrir ajuda a rejuvenescer, diminui nossas tensões e traz fim a emoções negativas que carregamos sem nem perceber.



Para cuidarmos da energia de nossa casa/trabalho:

1. Uma boa limpeza energética:
A reunião de várias pessoas num mesmo ambiente pode gerar discussões, rancores, invejas e disputas. Essas emoções densas acabam ficando impregnadas no ambiente e precisam ser eliminadas. Você já foi a alguns locais que se sentiu mal só de entrar? É um sinal de que o local está carregado negativamente. Para saber exatamente do que, você precisaria de ajuda de um profissional, já que existem inúmeros tipos de limpeza, de uma mais simples até as mais profundas e completas.



2. Arejar e facilitar a troca de ar:

A qualidade do ar que respiramos está diretamente relacionada com o nosso desempenho. Em um ambiente com ar mais purificado as pessoas se sentirão mais dispostas e ativas. Plantas em espaços internos são excelentes para esse fim.



3. Ambientes claros:

Lugares que recebem a luz solar são muito mais agradáveis e saudáveis em todos os sentidos. O sol tem ação bactericida , além de afastar seres que tem baixa vibração.



4. Manter ambientes a circulação dos ambientes:

A energia tem que caminhar sem obstáculos nos ambientes. Muita mobília, bagunça ou coisas fora do lugar impedem o fluxo energético e deixam o cômodo com a circulação obstruída.




5. Não ser acumulador

Tudo que está em excesso ou que você não utiliza cria o que chamamos de 'energias estagnadas'. Elas acabam funcionando como verdadeiras âncoras nas nossas vidas e prendem energias ruins e outras sensações de paralização que impedem o progresso e fluxo natural da energia nos ambientes.



Claro que, para um resultado mais completo, é sempre importante a consulta de um especialista em radiestésica do ambiente. Afinal, ele é especialista em corrigir a energia que se concentra na pessoa e no ambiente em que ela vive, trazendo o equilíbrio tão buscado para que a harmonia possa reinar no lar e acompanhar a pessoas durante seu dia.



" Poucos sabem, mas assim como nós, a casa também tem vida. Ela carrega maldições, pesares, dores, alegrias, paixões e até amores que ali foram vividos. A forma como interagimos com ela faz desse espaço muito mais que quatro paredes recheada de um mobiliário. Até mesmo as casas que são construídos em terrenos com falhas geológicas ou pantanoso podem ser prejudiciais para quem ali habita. " - Silvana Bighetti Bozza



Lembrando também que qualquer discussão, disputa, inveja e emoções densas se materializam e deixam o ambiente carregado. A limpeza desses sentimentos deve vir antes de um trabalho, por exemplo de Feng Shui. "É como a maquiagem. Antes de fazê-la, a pessoa precisa limpar e prepara a pele antes", explica Silvana.

Em seu livro, "Mistérios, Magias e Consciência Cósmica", a terapeuta ensina o leitor de que forma a busca por tranquilidade e equilíbrio podem ser mais facilmente atingidas e quais os resultados práticos desse sentimento de purificação em nossas vidas e nossas relações pessoais.

Cachorros sedentários têm mais chance de desenvolver "Alzheimer" canino

Na medicina humana, a relação entre sedentarismo e desenvolvimento de demência já está muito bem estabelecida. Agora, a Ciência comprovou que a mesma associação existe, também, no universo dos cães, em pesquisa recém-publicada por cientistas da Universidade de Washington na Scientifics Reports, do grupo Nature.



Popularmente conhecida como "Alzheimer" canino (apenas uma alusão ao nome, pois este termo é exclusivamente utilizado para humanos), a doença tem o nome de demência senil para cachorros (ou seja, aparece na terceira idade) e é caracterizada pela morte acelerada de neurônios, que podem afetar a memória e a compreensão.



Camilli Chamone, geneticista, consultora em bem-estar e comportamento canino, editora de todas as mídias sociais "Seu Buldogue Francês" e, também, criadora da metodologia neuro compatível de educação para cães no Brasil, explica que a terceira idade chega em momentos diferentes aos cachorros, a depender de seu porte e estrutura. A entrada na terceira idade de um cão corresponde a 70% de sua expectativa de vida.



"Um buldogue francês vive em média 10 anos. Portanto, ele entra na terceira idade com 7 anos. Já um poodle vive cerca de 15 anos, e sua terceira idade chega aos 10 anos e meio", exemplifica.



Sintomas de demência

Se o cachorro chegou à terceira idade, alguns sintomas podem dar pistas de desenvolvimento de demência senil. "O mais clássico deles é começar a errar o lugar onde faz xixi e cocô, ainda que a vida inteira tenha feito no local certo", pontua a geneticista.



Outros sinais envolvem parar de atender o dono quando é chamado pelo nome; esquecer exercícios simples, como "senta" e "deita", se antes já sabia; desregular o horário do sono, ao dormir muito durante o dia e passar a noite acordado; e vocalizar em excesso, com choros ou latidos.



"Também é comum o cão parecer perdido ou desorientado dentro de casa, como se não reconhecesse os lugares. Mudança de comportamento também pode ser um alerta, inclusive se tornar agressivo", complementa.



Ao reparar um ou mais desses sintomas, é essencial buscar o veterinário para o diagnóstico e, se necessário, prescrição de medicamentos para desacelerar esse processo, junto a um estilo de vida saudável.



Sedentarismo e demência

A pesquisa recém-publicada aponta que cães sedentários têm risco muito aumentado de ter menor desempenho cognitivo e, ao longo da vida, desenvolver demência senil. Mas por quais motivos isso acontece?



Segundo Chamone, o sedentarismo está associado ao desenvolvimento de várias condições crônicas, como síndrome metabólica e diabetes. "Todas elas afetam o metabolismo dos nutrientes do cérebro. Um cérebro sem nutrientes começa a ter suas células mortas", sintetiza a geneticista.



Além disso, a falta de atividades físicas gera um corpo doente, com maior probabilidade de sofrer inflamação sistêmica - "e essa inflamação também é prejudicial aos neurônios", complementa.



E, ao contrário de outras células do corpo, o neurônio, quando morre, não volta. "Quando machucamos a pele do braço, por exemplo, com o tempo ela cicatriza e volta a ser como antes. Com o neurônio, isso não é possível. A célula, ao morrer, não ressuscita", destaca.



De acordo com a geneticista, a morte de neurônios já é esperada com o avanço da idade, mas a doença senil acelera esse processo.



Assim, para evitá-la, é essencial seguir os pilares da saúde com seu cãozinho. "Isso envolve atividade física diária, pois ela produz muitas substâncias benéficas para o funcionamento do corpo. Ela deve ser obrigatória desde a chegada do cão em sua casa, até a mais avançada idade. Além disso, destaco dieta e sono de qualidade, além de enriquecimento do ambiente e gerenciamento de emoções".



A mesma lógica serve para um cachorro já diagnosticado com doença senil, pois o exercício físico, aliado a outras prescrições - farmacológicas ou não - do veterinário e de profissional que entenda de comportamento canino pode evitar a piora do quadro. "Infelizmente não é possível revertê-lo, mas sim retardá-lo ao máximo".



As estratégias para cuidar de um cão da melhor forma possível exige, portanto, dedicação.



"Os donos precisam escolher se preferem investir em saúde ou cuidar da doença. Para muitos, é difícil acordar cedo, levar para passear, oferecer dieta de qualidade, entretenimento e atividades para o cão dentro de casa. Mas tratar a doença também é difícil - consome saúde mental, tempo e dinheiro. É preciso escolher qual é o seu difícil", reflete Chamone.
Bem-Estar

Morte da Rainha Elizabeth: como falar sobre a perda dos avós para as crianças

O psicólogo parental Filipe Colombini, CEO da Equipe AT, indica as melhores formas de abordar a morte de um parente querido com os pequenos

Na última quinta-feira, 8 de setembro, morreu aos 96 anos a rainha Elizabeth II. A monarca foi a mais longeva da história britânica, completando 70 anos de reinado, e deixou oito netos e doze bisnetos. O falecimento da rainha desperta uma discussão: qual a melhor forma de abordar a morte de um parente querido com as crianças?

Muitas vezes, o luto é considerado um tabu dentro de uma família e não é exposto para as crianças. "A morte é algo natural e superar a dor de uma perda faz parte do desenvolvimento de todo o ser humano. Para os mais pequenos, como os bisnetos da rainha, o processo tende a ser ainda mais complexo, por isso, os pais geralmente têm muitas dúvidas sobre como abordar o tema", afirma Filipe Colombini, psicólogo especializado em orientação parental e fundador da Equipe AT.

"Quando a questão é mal resolvida entre os adultos, os filhos também podem acabar enfrentando dificuldades para lidar com as emoções e mostrar sentimentos diante do falecimento de um ente querido. Por isso, é importante não se esquivar desse tema com as crianças", recomenda o psicólogo.

Veja a seguir as dúvidas mais comuns dos pais, esclarecidas pelo especialista:

Quando conversar sobre a morte com seu filho? "Apesar de ser uma conversa importante e necessária, o ideal é que os pais e familiares abordem o assunto à medida em que as questões forem levantadas pelos pequenos. Assim, é possível transmitir o que a criança realmente tem necessidade de saber, evitando sentimentos de ansiedade e medo", explica Colombini.


Como abordar o assunto? "É importante que no momento da conversa seja levado em conta em qual fase de desenvolvimento seu filho está. Na primeira infância, a abordagem deve ser mais lúdica do que o conteúdo passado para crianças mais velhas, por exemplo", diz o psicólogo. "Isso é essencial para não alimentar a imaginação dos pequenos com coisas que eles ainda não entendem", conclui.


Devo levar meu filho a um enterro ou cremação? "O funeral é um rito que marca um término, dando um espaço importante para que alguns sentimentos relacionados ao luto, como tristeza e frustração, possam ser vivenciados. Porém, é importante ressaltar que é essencial respeitar os limites da criança, nunca obrigando seu filho a ir nesse tipo de evento", afirma Colombini.


Devo procurar ajuda profissional? "Quando acontece a perda de alguém querido, um psicólogo pode auxiliar dando tanto apoio às crianças como orientação para os adultos da família. Esse amparo aos pais também é interessante para que os adultos lidem com o próprio luto e, assim, fiquem mais preparados para oferecer suporte aos seus filhos", aconselha.
Bem-Estar

Pediatra explica como identificar e agir diante de engasgo em crianças

A dra. Patrícia Terrível, pediatra e neonatologista explica como identificar o engasgo e como agir de maneira precisa para evitar o pior. Ela ressalta, que apesar dos perigos é preciso manter a calma para sair bem nas manobras a serem realizadas

O engasgo pode se tornar fatal se não for socorrido em tempo hábil, o alimento quando para na garganta pode obstruir as vias respiratórias. Um estudo do Sistema Único de Saúde - SUS, mostrou que entre 2009 e 2019, o número de mortes por engasgo notificados em crianças de 0-9 anos de idade, no Brasil, foi de 2.148 óbitos. Do total de mortes, 72% foram bebês menores de 1 ano, e 21,6% crianças de 1 a 4 anos.

A pediatra, explica que é preciso se atentar na forma em que os alimentos são oferecidos para as crianças desde a introdução alimentar, existem cortes ideais que evitam que o alimento pare na garganta da criança. "A uva por exemplo deve ser cortada na diagonal e em quatro partes, conforme a criança for crescendo e ter o domínio da mastigação, é possível mudar o formato e até mesmo oferecer o alimento inteiro", comenta Patricia.

A profissional destaca que há formas de observar que o engasgo está acontecendo, e algumas delas podem ser silenciosas. Por isso, é importante se atentar a esses sinais durante a alimentação, tais como: tosse silenciosa, não emite nenhum som, respiração ausente ou acelerada, choro incessante, vermelhidão no rosto ou esforço ao tentar eliminar o alimento, e no caso de crianças mais velhas levar as mãos ao pescoço em sinal de socorro.

Ao perceber o engasgo é preciso agir, de maneira calma e eficaz. "A manobra de Hemlich pode salvar vidas, é importante entender como fazer e agir. Caso não se sinta preparado, ligue imediatamente para a emergência", explica a especialista.

Para bebês até um ano de idade é preciso seguir os passos:

1. Segure o bebê com uma das mãos, de forma que ele fique de bruços e inclinado para frente:

2. Usando o punho da outra mão e deixando os dedos estendidos, aplique 5 palmadas no meio das costas da criança;

3. Vire a criança para que ela fique com a barriga voltada para cima;

4. Utilize dois dedos para comprimir duas vezes a linha entre os mamilos - esse movimento se assemelha a uma massagem torácica;

5. Verifique se o corpo estranho foi eliminado. Caso negativo, repita o procedimento.

Já para os maiores de um ano, as orientações que a dra. Patrícia Terrível dá são as seguintes:

1. Fique atrás da criança, abraçando-a em torno do abdômen. É importante ficar na mesma altura da criança, por isso, pode ser que você tenha que ficar de joelhos;

2. Feche uma das mãos e coloque o punho na região logo acima do umbigo;

3. Com a outra mão, segure o punho da mão fechada e faça compressões rápidas de dentro para cima - elas devem ser firmes e não violentas;

4. Incentive a criança a tossir e verifique se o problema foi solucionado. Caso persista, repita o procedimento.

A pediatra Patrícia Terrível, ressalta que manter a calma é fundamental para fazer os procedimentos de maneira correta. Mas, caso não consiga busque ajuda imediatamente através do 192 SAMU ou 193 Corpo de Bombeiros.
Culinária

Mitos e verdades da gastronomia italiana no Brasil

Chef Carol Góes da Cantina Tia Lina explica alguns erros comuns no Brasil quando falamos de culinária italiana

Famosa em todo o mundo, a culinária italiana é facilmente associada às irresistíveis massas e é considerada uma das mais ricas do mundo, principalmente no que diz respeito aos ingredientes característicos da cozinha típica e regional.

A Cantina Tia Lina oferece pratos tipicamente italianos num aconchegante ambiente familiar, localizada no km 10 da Estrada do Vinho em São Roque e é referência na região em gastronomia Italiana, assinada pela chef Carol Góes.

E você, conhece os mitos e verdades sobre a gastronomia italiana? Confira algumas das principais.

Deve-se colocar azeite ou óleo na água de cozimento?

Mito. A única coisa que se deve colocar na água do cozimento é o sal. E o segredo para não grudar é não usar um recipiente muito pequeno, de forma que a massa cozinhe sem grudar.

A massa é sempre o primeiro prato e carnes o segundo

Verdade. Na Itália o primeiro prato sempre é uma massa que nunca vem acompanhada de carne. Se por acaso você queira comer uma carne, tem que pedir a parte como segundo prato.

Café e cappuccino acompanham a refeição

Mito. O café geralmente é consumido pela manhã e depois das refeições. Já o cappuccino é muito usado no café da manhã. Você nunca verá um italiano pedir um cappuccino depois de uma refeição.

O Spaghetti a bolognesa não é italiano

Verdade, o conhecido prato não existe em Bolonha, constitui em invenções criada no exterior do país.

Frutos de mar combinam com queijo ralado

Mito. Aquela deliciosa massa com camarão ou outro tipo de peixe nunca é acompanhada de queijo. Na Itália há centenas de pratos com frutos do mar, mas nenhum leva queijo, para assim o laticínio não ofusca o delicado sabor dos peixes.

É pouco comum ver as famosas toalhas quadriculadas

Verdade. A tal toalha quadriculada vermelha, branca ou verde e branca são muito mais utilizadas nos restaurantes italianos do exterior, na Itália você quase nunca as vê.
Bem-Estar

Beber durante a gravidez é perigoso para o bebê e pode causar danos irreversíveis

A Síndrome Alcoólica Fetal (SAF) é uma doença que afeta o desenvolvimento do feto. Ela se apresenta com 3 características principais, que são: retardo de crescimento intra e extrauterino, dismorfias faciais e disfunção do sistema nervoso central.

De acordo com Helenilce de Paula Fiod Costa, pediatria com área de atuação em Neonatologia e presidente do Núcleo de Estudos dos Efeitos do Álcool na Gestante, Feto e Recém-nascido da Sociedade de Pediatria de São Paulo, a SAF pode ser causada mesmo nos níveis mais baixos de consumo. "O consumo de álcool por uma mulher grávida, cuja frequência varia muito, tem grande possibilidade de atingir o feto, levando-o a apresentar alterações em diferentes órgãos, como malformações congênitas, do sistema nervoso central e alterações neurocomportamentais que não têm cura", esclarece.

Portanto, é fato que, durante a gravidez, nenhuma única gota de álcool é segura. A recomendação geral dos especialistas é: tolerância zero! "Todas as bebidas, seja vinho, cerveja ou destilados, representam um risco semelhante", reforça Helenilce.

Estudos internacionais mostram que, hoje, cerca de 1 a 3/1000 recém-nascidos vivos podem ser acometidos pela SAF completa. Com base nesses dados, estima-se que anualmente 119.000 crianças no mundo venham a nascer com SAF.

"Para cada caso de SAF completa, há pelo menos 10 casos da síndrome parcial, conhecida pela sigla FASD. São crianças que não apresentam a SAF completa, mas que podem ter dificuldades na aprendizagem e alterações no comportamento e sociabilidade, que só são identificadas mais tardiamente", conta.

As crianças acometidas pela SAF completa podem nascer com peso abaixo do percentil 10, têm alterações faciais e malformações em vários órgãos, como microcefalia e/ou microcefalia, cardiopatias congênitas, distúrbios metabólicos, irritabilidade, tremores ao nascimento e retardo mental.

Já na SAF parcial (FASD), elas podem apresentar problemas durante a infância, que normalmente são dificuldades de aprendizagem (principalmente de matemática), memória, fala, audição, atenção, dificuldade na resolução de problemas e no relacionamento com outras pessoas.

Mas claro, mulheres que consomem álcool e têm vida sexual ativa, e acabam por descobrir uma gravidez sem planejamento, não precisam se desesperar. Nunca é tarde para parar! Quanto antes o álcool for cortado, menores são os riscos para o feto.

Aleitamento materno

Vale frisar ainda que durante o período de amamentação, os alimentos consumidos pela mãe podem interferir diretamente na produção e qualidade do leite. Portanto, a recomendação ainda é de não consumir bebidas alcoólicas.

O álcool consumido por uma lactante é transferido para o leite materno por difusão passiva em 30 a 60 minutos após a ingestão materna. Ocorre, ainda, ligeira redução na produção do leite, pois o álcool inibe o hormônio chamado "prolactina", que é responsável pela produção do leite. "Além disso, ele também pode alterar o cheiro e o sabor do leite, o que pode levar o bebê a recusar, portanto, um impacto negativo não apenas para a lactação, mas também sobre o desenvolvimento da criança", explica Conceição Segre, pediatra e neonatologista, além de integrante do Núcleo de Estudos dos Efeitos do Álcool na Gestante, Feto e Recém-nascido.

O recém-nascido pode apresentar sonolência, sudorese, sono profundo, fraqueza e, como consequência, ganho anormal de peso e diminuição do crescimento linear. Além do que, como seu cérebro continua em desenvolvimento, o álcool pode atingir seu sistema nervoso provocando lesões irreversíveis.

"Embora o consumo de álcool durante o período de lactação não seja proibido, deve ser fortemente desaconselhado e, se em último caso for utilizado, o consumo deve ser esporádico, em doses baixas e a ingestão de bebidas fermentadas deve ser preferida à de destilados", finaliza.
Bem-Estar

Psicóloga fala sobre como lidar com críticas

Coordenadora do curso de Psicologia da Anhanguera explica como autoconhecimento contribui para avaliar a opinião alheia

Ter dedos apontados para si, com destaques negativos às características da personalidade, das atitudes ou da conduta profissional, representa um cenário capaz de provocar crises de ansiedade. O medo da crítica externa está relacionado ao receio de se sentir rejeitado por um grupo social e é natural do ser humano. De acordo com especialistas, o caso pode se tornar um problema quando evolui para um quadro de fobia e o indivíduo não consegue lidar com a opinião alheia, com preocupação excessiva e dificuldade na superação.

De acordo com a coordenadora do curso de Psicologia da Faculdade Anhanguera, professora Mariana Negri, a tendência a reagir às críticas é uma ação natural e as pessoas podem responder de várias formas, como com explosões de humor ou com a introspecção. "As reações vão depender de diferentes fatores, principalmente de como o comentário foi compartilhado e do olhar que o sujeito que recebeu a crítica tem de si mesmo", afirma a docente.

O medo excessivo pode inibir o indivíduo criticado até quando ele estiver em situações em que haja interações sociais (ligações telefônicas, falar em público, comer fora de casa) ou em que a pessoa corra o risco de ser observada (reuniões, festas, grupos de estudo). Dentre os sintomas mais comuns, estão o aceleramento cardíaco, tremores involuntários e a sensação de falha na memória ou interrupção de pensamentos, sintomas semelhantes a crise de ansiedade, muitas vezes confundido com ataques cardíacos.


AUTOCONHECIMENTO

Para lidar melhor com a crítica externa, a recomendação de especialistas é a de que seja feito um processo de autoconhecimento. "Para avaliar o que foi dito por outra pessoa é preciso ter como referência o pilar da autoestima e do autoconceito. Dessa forma, é possível identificar o que é um comentário destrutivo e o que pode ser utilizado para o crescimento pessoal, sem ficar vulnerável ao que os outros dizem", afirma a professora da Anhanguera.

Sessões de terapia com um psicólogo qualificado podem apresentar caminhos para a compreensão de si mesmo, além de proteger a saúde mental e contribuir na melhora na qualidade de vida. "O movimento indicado é o da reflexão, não o da reação imediata", aconselha.


TRABALHO

Críticas no ambiente de trabalho podem ser recebidas como um desafio por alguns, porém, é importante entender o motivo das afirmações feitas por líderes e colegas. "Além da autoanálise, a comunicação assertiva é fundamental para compreender o que foi dito e avaliar o que pode ser aproveitado para o desenvolvimento profissional", afirma a professora. "Nesses casos, é aconselhável separar um tempo para conversar sobre as diferentes opiniões, separar o que é ou não é verdade e permitir o aprendizado", finaliza.
Bem-Estar

3 sinais de autismo que poucos sabem e podem ajudar a minimizar transtorno

Com o diagnóstico precoce, a criança com autismo pode melhorar habilidades sociais e de comunicação e adquirir mais independência ao longo da vida

De acordo com a ONU (Organização Mundial da Saúde), mais de 70 milhões de pessoas em todo o mundo possuem autismo, condição que afeta a maneira como esses indivíduos se comunicam e interagem. A organização afirma também que uma a cada 160 crianças apresentam autismo ou TEA (Transtorno do Espectro Autista).

Segundo a Dra. Fabiele Russo, neurocientista e fundadora do NeuroConecta, considerada como a maior plataforma sobre TEA do Brasil, que defende o diagnóstico precoce do autismo para ajudar a melhorar as habilidades sociais e de comunicação da criança. "A pessoa começa a realizar as intervenções de forma precoce e é estimulada a se desenvolver", comenta.

O diagnóstico precoce será um dos principais temas discutidos durante o 6o CONOTEA - Congresso Online do Transtorno do Espectro Austista, realizado durante os dias 12 a 16 de setembro e contará com mais de 30 palestrantes, entre médicos.

O TEA costuma ser identificado por especialista quando a criança tem entre 1 ano e meio e 3 anos, mas os pais podem detectar os primeiros sinais do autismo a partir dos 8 meses de vida, dependendo do grau do transtorno. "Intervir precocemente em autistas ajuda no desenvolvimento da pessoa e ela poderá adquirir novas habilidades que darão mais independência ao longo da vida", continua a neurocientista

Intervenção precoce e melhora de habilidades

O cérebro humano possui uma habilidade chamada neuroplasticidade, que significa organizar e modificar sua estrutura em resposta aos estímulos do meio ambiente externo. Com isso, temos a evolução do potencial dos neurônios responsáveis por atuar em atividades de linguagem, motoras e sociais.

"A neuroplasticidade ocorre durante toda nossa vida, mas é mais intensa no início da infância e é por isso que a intervenção precoce é tão importante", explica a neurocientista. Isso significa que as pessoas que têm autismo têm a possibilidade de desenvolver e melhorar habilidades através de experiências vividas. "É por isso que a estimulação dos neurônios precocemente contribui para esse processo de reabilitação e otimização de resultados funcionais do cérebro de quem convive com o autismo".

Quanto mais cedo a pessoa com TEA realiza práticas que estimulam o funcionamento do cérebro mais os neurônios podem ser treinados para superar limitações decorrentes do autismo.

Diagnóstico e sinais do autismo

Não existe nenhum exame que confirme o diagnóstico do TEA, o que significa que ele é feito de forma clínica, baseado em evidências científicas e conforme critérios estabelecidos por DSM-V (Manual de Diagnóstico e Estatística da Sociedade Norte-Americana de Psiquiatria) e pelo CID-11 (Classificação Internacional de Doenças da Organização Mundial da Saúde).

"A análise normalmente é feita em uma entrevista com os pais da criança, além da avaliação observacional de comportamentos", explica a especialista. Dependendo, a criança pode ser conduzida por uma equipe multidisciplinar de médicos, incluindo um pediatra, psicólogo, fonoaudiólogo, educador físico, terapeuta ocupacional e assistente social.

Vale ressaltar que, em alguns casos, é necessário realizar testes genéticos e rastreio para problemas médicos relacionados com o autismo, entre eles, síndromes genéticas.

Abaixo, a Dra. Fabiele Russo elencou alguns sinais que podem ajudar no diagnóstico precoce, levando a criança para uma entrevista com um especialista em transtorno de espectro autista:

Comportamentos repetitivos

Um comportamento muito comum em pessoas que têm autismo é a estereotipia, que são movimentos repetitivos que a pessoa realiza, como por exemplo, se balançar para frente e para trás. "Isso acaba acontecendo sem nenhum motivo aparente e pode dificultar o convívio social", explica a especialista.

As estereotipias causam estranheza e podem ser motivos de bullying por parte de outras pessoas, no entanto, são benéficas para os portadores do transtorno. "Esses movimentos repetitivos acontecem quando a pessoa está tentando se organizar por dentro e processar o que está sentindo, aliviando estresse e ansiedade e até mesmo fazendo parte de algo prazeroso".

Resistências a mudanças

É comum que as pessoas com transtorno do espectro autista sejam resistentes a mudanças. "Isso inclui novos alimentos, mudanças de disposição de móveis, roupas e até mesmo brinquedos", comenta a especialista. De acordo com a Dra. Fabiele, essas pessoas podem ficar apegadas por coisas específicas e até mesmo costumam fazer coisas repetidamente, como dito anteriormente sobre a estereotipia.

Fixação por objetos incomuns

Todos nós temos coisas sobre as quais gostamos muito, mas no caso dos autistas, isso acontece com uma intensidade muito grande. "Eles possuem uma fixação por objetos, personagens, entre outras coisas, e esse interesse vai mudando ao longo do tempo, mas as características permanecem", comenta a especialista.

Essa fixação se chama hiperfoco e acaba virando uma obsessão, ao contrário de pessoas que não possuem TEA mas também gostam muito de determinadas coisas.

Dia do Nutricionista: confira áreas de atuação desse profissional

Hábitos mais saudáveis dos brasileiros aquecem a área e o mercado de trabalho

Neste 31 de agosto, é comemorado o Dia do Nutricionista. A data faz referência à criação da Associação Brasileira dos Nutricionistas (ABN), em 1949. Segundo dados do Conselho Federal de Nutricionistas, o Brasil possui mais de 158 mil profissionais desta área, com perfil predominantemente formado por mulheres (94,1%) jovens entre 25 e 44 anos (80,9%).

"A área da Nutrição está em expansão já há algum tempo. Para se ter ideia, no ano 2000 era pouco mais de 28 mil profissionais no País, e de lá para cá o número só tem crescido. Novos hábitos dos brasileiros, mais saudáveis, têm contribuído para que o mercado de trabalho se expanda e a orientação nutricional de qualidade seja valorizada", opina a coordenadora do curso de Nutrição da Universidade Anhanguera, Patrícia de Moraes Pontilho.


A seguir, a nutricionista elenca os principais campos de trabalho que o mercado oferece atualmente.


NUTRIÇÃO CLÍNICA


Depois de formado, o profissional pode atuar como autônomo, abrindo a sua própria clínica. Esta é a forma de atuação do nutricionista mais conhecida, orientando dietas e trabalhando a reeducação alimentar de pacientes, para os mais determinados fins: emagrecimento, ganho de massa muscular ou para melhora de doenças, como o diabetes.


NUTRIÇÃO HOSPITALAR


Nos hospitais, a presença de um nutricionista é fundamental para que a comida oferecida aos pacientes esteja de acordo com a necessidade nutricional, colaborando para a sua recuperação. O trabalho é feito de forma interdisciplinar, junto à equipe médica, para buscar o melhor cardápio para o doente. O nutricionista também é responsável por supervisionar o estado nutricional e de conservação dos alimentos.


NUTRIÇÃO ESPORTIVA


Essa é uma área que tem crescido bastante, com a procura de atletas profissionais, fisiculturistas e também atletas amadores, interessados em aliar seus treinos físicos com uma dieta balanceada e personalizada para obter melhores resultados corporais e de rendimento nos treinos.


INDÚSTRIA ALIMENTÍCIA



Outro campo bastante promissor é indústria alimentícia. Todo alimento industrializado que conseguimos precisa seguir regras rígidas de composição e nutrição, sem falar do processo regulatório para que o produto chegue até a prateleira dos supermercados. Quem está por trás desse processo é o profissional nutricionista.


SAÚDE COLETIVA


Clínicas, postos de saúde, ambulatórios e departamentos governamentais contam com nutricionistas para identificar aspectos e problemas para ajudar a propor políticas públicas de redução de doenças como a diabetes e a obesidade, por exemplo, colaborando para a promoção da saúde coletiva.


ALIMENTAÇÃO COLETIVA


Nesta área, é possível desenvolver cardápios, oferecer cursos de cozinha e culinária saudável, além de prestar assessoria nutricional para restaurantes. Um prato cheio para quem gosta de nutrição e gastronomia e quer aliar as duas áreas.

Tutora busca por gatinha desaparecida na Vila Orestes em Assis

A gata atende pelo nome de mia, é da cor branca com uma mancha amarela, da raça Persa - Foto: Divulgação

A tutora Ana Luiza, perdeu sua gatinha neste sábado, 27 de agosto, próximo à padaria Lisboa na Vila Orestes.

A gata atende pelo nome de mia, é da cor branca com uma mancha amarela, da raça Persa e usa uma coleira roxa com o nome.

A família oferece recompensa para quem encontrar e devolver a gatinha.

Divulgação - Gatinha Mia - Foto: Divulgação
Gatinha Mia - Foto: Divulgação


Se alguém tiver informações sobre o paradeiro da gatinha, entre em contato com Ana, através do número (18) 99714-3717.
Bem-Estar

Com envelhecimento da população, dados da OMS apontam que número de casos de osteoporose e osteopenia deve triplicar até 2050

Condição atinge mais mulheres pós-menopausa

Com o aumento da população idosa, cresce também o número de fraturas ósseas relacionadas à osteoporose a osteopenia. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que o número de casos dessas doenças deve crescer três vezes até 2050, chegando a cerca de 6,3 milhões de diagnósticos no mundo. No Brasil, de acordo com dados do Ministério da Saúde, 10 milhões de brasileiros são afetados pela doença.

A osteopenia é uma redução da massa óssea que, quando não tratada, pode evoluir para osteoporose, que aumenta consideravelmente o risco de fraturas devido à fragilidade dos ossos. Segundo a médica radiologista, Dra. Angela Soares, exames de imagem são fundamentais para acompanhar a evolução da doença. "Por meio da densitometria óssea, é possível avaliar as chances de fraturas e checar a medida quantitativa da perda da massa óssea. A partir deste diagnóstico, o especialista vai definir o tratamento mais adequado para evitar que a doença evolua", comenta.

Um levantamento realizado pela Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem (FIDI) -- gestora de serviços de diagnóstico por imagem na rede pública -- aponta que, entre o segundo semestre de 2021 e o primeiro semestre de 2022, foram realizados cerca de 22 mil exames de densitometria óssea -- o mais utilizado para diagnosticar osteoporose e osteopenia. Desses, 90% foram realizados em mulheres e apenas 10% em homens.

Para o especialista, a doença atinge mais mulheres porque o estrogênio é o hormônio que ajuda a equilibrar a saúde dos ossos em pessoas do sexo feminino. Após a menopausa, os níveis desse hormônio caem, deixando as estruturas ósseas mais finas e frágeis, o que pode levar a osteoporose em mulheres

"A osteoporose e a osteopenia não têm cura, mas ambas podem ser minimizadas com o aumento da qualidade de vida, exercícios e alimentação balanceada, com dieta rica em cálcio. Para pacientes com alto risco de fraturas, é recomendado o tratamento medicamentoso, geralmente com remédios via oral e, caso haja alguma restrição, injetáveis", conclui o Dra. Angela.
Bem-Estar

Instagram é a rede social mais tóxica?

Psicanalista Kélida Marques, explica o porquê nossa saúde mental é afetada pelas redes sociais

Muito provavelmente você já acreditou naquele ditado que diz que a grama do vizinho é sempre mais verde, não é mesmo? A impressão de que a vida do próximo parece ser perfeita, maravilhosa, sem nenhum problema tornou-se cada dia mais real, ainda mais em tempos de exposição massiva em redes sociais. Mas será que existe essa vida perfeita? Segundo Kélida Marques, psicanalista, isso ocorre por conta da estética imposta pela rede social, onde se cria uma ilusão de que o outro tem uma vida incrível e que você precisa ter uma vida igual e é exatamente aí que mora o problema.


Segundo uma pesquisa da FGV (Fundação Getúlio Vargas), 41% dos jovens dizem se sentir tristes, depressivos e até ansiosos em contato com as redes sociais, isso acende um grande sinal de alerta. Além do aumento de quadros de ansiedade e depressão, outros dados apontam que 32% das mulheres sentem-se mal com a imagem corporal depois de usar o Instagram.


A psicanalista revela que o efeito é imediato. "Ao observar uma foto, você tem muitos sinais explícitos e implícitos de como o outro é feliz, rico e bem-sucedido. A imagem tem esse poder de provocar uma comparação social de forma imediata, o que pode desencadear uma sensação de inferioridade. Isso faz com que o outro procure por uma busca frenética em transmitir uma imagem de perfeição (irreal) em todos os momentos", explica a psicanalista.


Segundo Kélida essa distorção e distanciamento da realidade ocasionado pelo mundo virtual é o mais prejudicial para essa geração. "Em um mundo onde as pessoas selecionam apenas os melhores momentos para exibir, é comum que o outro passe a enxergar a sua vida como desinteressante. E em alguns casos, o usuário pode se achar na obrigação de buscar histórias mais interessantes do que a sua própria realidade e essa busca pode gerar uma grande frustação e até depressão. Por exemplo, se você vê uma foto linda de um determinado amigo no Instagram, de alguma forma você irá querer compensar isso com fotos melhores, e assim temos um ciclo vicioso", explica


Tudo isso releva que estamos vivendo tempos difíceis e preocupantes, mas isso não impõe que o indivíduo exclua suas redes sociais e viva de forma restrita. O ideal é fazer o uso delas de maneira consciente. "Existem vários aplicativos que contam o tempo em que você fica nas redes sociais, você pode programar um alerta para saber quanto tempo ficou e assim reduzir a exposição e claro, não esquecer que cada um mostra apenas aquilo que quer" - conclui a psicanalista, Kélida Marques.


Kélida Marques: É psicanalista, formada em psicologia, é também hipnóloga, espiritualista (detentora de um dos principais canais de espiritualidade do YouTube) e atua visando capacitar as mulheres em sua máxima tríade: mente, corpo e espírito.
Bem-Estar

12 sinais de alerta sobre Burnout

Doença que afeta milhões de pessoas pelo mundo será um os temas do evento CONARH SAÚDE, que será realizado no dia 23 de agosto, em São Paulo (SP)

A síndrome do esgotamento profissional, mais conhecida como Burnout, afeta milhões de pessoas pelo mundo e é reconhecida como doença ocupacional pela OMS (Organização Mundial da Saúde). Para os gestores de empresas, é fundamental entender e saber identificar essa enfermidade para garantir um melhor ambiente de trabalho e o bem-estar dos funcionários. Esse é um dos temas que será abordado no CONARH SAÚDE (Congresso Nacional de Recursos Humanos, com foco em Saúde), promovido pela ABRH-Brasil (Associação Brasileira de Recursos Humanos) e ASAP (Aliança para a Saúde Populacional) no próximo dia 23 de agosto.



"Será que podemos contribuir para evitar o Burnout? A boa notícia é que podemos aprender os sinais mais sensíveis dessa doença, muito antes que o quadro se agrave. Dessa forma, temos a chance de alertar líderes na empresa, familiares e amigos para encaminhar o caso, quando necessário, a especialistas como psicólogos e psiquiatras", afirma psicólogo Luiz Edmundo Rosa, diretor da ABRH Brasil, com foco em Saúde Corporativa, e coordenador do CONARH SAÚDE.



Para Luiz Edmundo, o Burnout é uma forma de desequilíbrio mental grave, cada vez mais comum. Ele ocorre pela incapacidade de uma pessoa perceber e reagir corretamente às alterações em seu estado mental. Contudo, é possível afirmar que também pode haver inaptidão de sua família, amigos e colegas, uma vez que não foram capazes de ver ou de agir a tempo, para evitar que essa síndrome se agravasse.



O Burnout pode causar sérios danos psíquicos e sociais, difíceis de serem resolvidos, tanto pela pessoa, como por todos de sua convivência. Depois que a crise eclodir, o tratamento pode ser longo e com um elevado custo emocional e financeiro. Os sinais que antecedem a uma crise podem ser identificados numa escala de gravidade, medida pelo aprofundamento do quadro, que vai agregando sintomas cada vez mais sérios.



"Alguns sinais são mais fáceis de serem percebidos. Outros, entretanto, são mais difíceis de detectar e a pessoa afetada pode não ter consciência do que está acontecendo, exigindo uma observação mais refinada, o que inclui desde um diálogo amigável a uma consulta com um profissional", explica Luiz Edmundo.



São muitos os indícios de alerta. Confira, abaixo, 12 pontos que são muito comuns e podem ser suficientes para indicar a necessidade de um processo de ajuda. O risco do Burnout cresce com a persistência, progressão e combinação desses indicativos. Os sinais foram colocados numa escala de risco, divididos nas cores amarelo (leve), laranja (moderado) e vermelho (grave).


Zona Amarela


1. Elevação da ansiedade

Viver em ansiedade é algo normal em nossas vidas, mas quando ela cresce em demasia, e assim permanece, é um sinal de que algo não vai bem.



2. Aumento da irritabilidade

A forma alterada das pessoas reagirem, fora do esperado, com respostas bruscas e agressivas.



3. Alteração do nível de energia

Alguns passam a chamar a atenção pelo excesso de energia e agitação. Outros vivem o oposto, demonstrando cansaço e pouca motivação. Ficam mais quietos e isolados, rejeitando convites de amigos e colegas.



4. Falhas de memória

É o caso de pessoas que começam a se esquecer de horários e compromissos anteriormente assumidos.



Zona Laranja



5. Transpiração excessiva

Quando a transpiração ocorre acima do normal, e se torna frequente, isto pode indicar que o colaborador está sob tensão. Ou seja, pode indicar um nível elevado de estresse e dificuldade para relaxar.



6. Insônia crônica

A perda regular do sono é uma séria ameaça à saúde e precisa ser logo corrigida. Podemos perceber pelos sinais cansaço, olheiras, olhos avermelhados, bocejos frequentes e irritabilidade.



7. Alteração de Peso

Alguns sob estresse elevado, passam a comer descontroladamente e logo ganham peso. Contudo, há outros que perdem o apetite e emagrecem.



8. Taquicardia e pressão

Sob forte tensão, os batimentos cardíacos e a pressão arterial se elevam a ponto de alguns registrarem taquicardias abruptas e desconfortáveis. Um dos sinais é se sentir cansado e suar em demasia.



Zona Vermelha



9. Angústia profunda

Indica desconforto generalizado e indefinido com a sensação de vazio ou de que algo grave vai acontecer, respiração ofegante, falta de ar e calor.



10. Sentimento de desesperança

Acontece quando alguém sofre de um conjunto de fatores negativos e persistentes, como angústia, insônia, estresse, sensação de cansaço e a desesperança se aprofunda.



11. Perda do sentido da vida

Quando o nível de estresse se agrava e a autoestima cai, tudo pode parecer difícil e sem sentido. Em meio ao desânimo e depressão, a pessoa muitas vezes verbaliza que sua vida não tem mais sentido.



12. Vontade de morrer

Se a depressão atingir um grau máximo, aprofunda a sensação de que não há saída, a não ser morrer. É um momento que exige ajuda urgente, pois o sofrimento pode ser insuportável, com alto risco de vida.
Bem-Estar

Cresce o número de adeptos do vegetarianismo e veganismo no país

Nutricionista esclarece algumas dúvidas e dá dicas de como realizar a transição sem estressar o organismo

O veganismo, que antes era considerado um lifestyle de nicho, associado sempre a tribos urbanas, nos dias atuais, mostra ser uma tendência que aumenta a cada dia e se firma entre a população. No Brasil, como no resto do mundo, há mais adeptos do vegetarianismo, veganismo ou pessoas que estão reduzindo os alimentos de origem animal no dia a dia, os flexitarianos. Alguns institutos de pesquisa, como o Ipec (ex-IBOPE) em 2018, apontou que 14% da população brasileira é vegetariana. Mas, ainda há poucos dados que demonstram com exatidão a quantidade de veganos no país.

A preocupação com a sustentabilidade do planeta, associados aos benefícios comprovados de uma dieta vegana para a saúde, atraem um quantitativo maior de pessoas para esse estilo de vida. Empresas de todos os portes, estabelecimentos e conteúdos em redes sociais estão cada vez mais divulgando e criando produtos para esse público consumidor, o que tem tornado o veganismo mais visível, além de baratear os custos dos alimentos especializados, o que facilita a adesão.

Estritamente esse público não consome nada que tenha algum traço de origem animal. Além dos alimentos, outros produtos, como couro e outras peles, além de cosméticos e até alguns rótulos de vinhos, não fazem parte da lista dos veganos. A alimentação se baseia em grãos, verduras, frutas, cogumelos comestíveis e sementes, além de derivados, como leites vegetais, provenientes de castanha de caju, amêndoas, coco, entre outros.

Uma das maiores dúvidas daqueles que querem fazer a transição para uma dieta sem carne é se deveriam optar pelo vegetarianismo ou veganismo. A diferença principal entre as duas dietas é que os vegetarianos só se restringem na alimentação e os veganos evitam contato com qualquer produto que tenha exploração e crueldade contra animais, na alimentação, vestuário, cosméticos e outras formas de consumo.



Mas, há uma dieta mais adequada que a outra? Não necessariamente. De acordo com a nutricionista Alessandra Luglio, que trabalha como consultora científica da A Tal da Castanha, primeira marca a lançar bebida orgânica à base de castanha de caju no Brasil, a dieta mais adequada deve ser a que se adapta melhor às necessidades, preferências e motivações.

"Em relação à saúde, estudos comprovam que uma alimentação vegana, sem nada de origem animal, é segura e mais do que isso, é benéfica à saúde e está associada à maior longevidade, principalmente porque a dieta sem nada de origem animal não inclui os lácteos e ovos, grandes fontes de gorduras saturadas e colesterol da dieta, gorduras essas diretamente associada ao desenvolvimento das principais doenças crônicas não transmissíveis como as cardiovasculares, diabetes e obesidade que são as maiores causas de morte precoce no mundo" afirma a especialista.

Ela ainda dá dicas sobre a realização de uma transição que não estresse o organismo. "Não é necessário fazer mudanças radicais da noite para o dia. O que é indicado é a realização de uma adaptação gradual. Existe uma gama ampla de alimentos que se encaixam em dietas veganas com todos os nutrientes para um funcionamento correto do corpo", atesta.

Alessandra indica que na hora em que sentir falta de algum alimento, como leite e pizza por exemplo, deve-se usar as alternativas veganas que estão disponíveis no mercado.

"Batata frita é vegana, mas as pessoas não vão comer isso todo dia. O que vale é aumentar as fontes de proteína de origem vegetal no seu dia a dia. Lentilha e grão-de-bico são ricos em macronutrientes. Os leites vegetais feitos à base de oleaginosas como a castanha de caju também são uma ótima fonte de nutrientes",destaca. Alessandra também lembra que "não é prudente diminuir demais as calorias do cardápio durante o período de transição, mantendo as 5 ou 6 refeições por dia, priorizando alimentos saudáveis, como cereais integrais, leguminosas, tubérculos, sementes, castanhas, frutas e vegetais frescos.

O interessado em transitar para esse estilo de vida também deve ficar atento aos níveis de vitamina B12, fazendo uso de suplementação caso seja necessário ou ajustando a alimentação com a ajuda de um profissional de saúde. Também é bom fazer exames regulares de sangue e esteja sempre atento às taxas de ferro e cálcio no sangue.