“…Lembro-me de tua afeição quando eras jovem, de teu amor de noivado, ao tempo em que me seguias ao deserto…”Jr.2-2.
Nascemos para o amor! Aliás, desde nossa concepção, Deus já planejara que seríamos livres e amados. E de fato assim o somos: livres para escolhermos nossos caminhos, construindo nossas pontes, túneis e pavimentando nossas estradas.
Amados, se não pelo outro, se não por mim mesmo, amados por Ele. Então porque nos deparamos com tantas pessoas que não são livres? São ou sentem-se aprisionadas, impedidas de viverem com alegria e satisfação? Devido as suas escolhas! Nascemos livres, somos livres, mas na medida em que vamos “evoluindo” nossas escolhas nos aprisionam. Sejam devido à incoerência de vida a que nos levam, sejam porque no fundo, são escolhas erradas.
Escolhas muitas vezes, que ao invés de nos proporcionarem o prazer, a integração e a sociabilização, nos privam dessas relações e ainda pior, nos prendem a um modo de visão, que cada vez mais nos afasta do processo de liberdade. Pior ainda, o jugo torna-se tão pesado, assim como uma “Bola de ferro”, que o iludido não consegue retornar as origens e cada vez mais, vai construindo grades e grades a sua volta.
Talvez seja uma utopia o que diz o poeta, mas deveríamos aprender a rever nossas escolhas: “Ao tempo da inocência eu quero voltar, ao tempo da pureza eu quero voltar, ser curado do que o mundo me fez. Óh Deus tô com saudades de Ti…”










