“Para tudo há um tempo, para cada coisa há um momento debaixo dos céus: tempo para nascer, e tempo para morrer…” Ecle.3-1,2.

Vira e mexe me pego analisando a “duração” de uma vida. Principalmente quando recebo a notícia da morte de uma criança. Logo penso: Qual será o critério de tempo que nos são estabelecidos? Se enveredo por esse caminho, fatalmente me entristeço com as respostas, pois todas convergem para o mesmo ponto: Por que morre uma criança? Em contra partida, acho que Deus é tão bom, pois interrompe para algumas, que nasceram com algum tipo de anomalia, de passarem o tempo de “duração” em sofrimento, daí Ele as leva, aliviando-as de suas dores e também a seus familiares. Isso me leva a pensar, que o tempo não é medido de maneira cronológica por Deus.

O tempo é Kairós- tempo eterno, não em forma de medida linear. O problema de tudo isso é que não temos como medir e prever quando esse tempo termina. Que tempo tenho? Claro, minhas referências serão sempre a partir do meu tempo, ou seja, o agora, até a um tempo final, que não se tem como antever.

Portanto, precisamos aproveitar bem o tempo que nos resta, seja ele qual for. Não permitir que bobagens fúteis como ódio, desamor, brigas, intrigas, fofocas, discussões, raiva, ira, tristezas, ilusões, prepotência (não permitem que reconheçamos nossas tomadas de decisão erradas), nos impeçam de construir uma “escada” que nos conduza à verdadeira vida. Esse fenômeno da vida é facilmente explicado e concluído sempre quando no dia a dia, na composição desse tempo, a formulação seja o amor.

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