Com o avanço da prática de cultura de células e tecidos fora dos organismos e o surgimentos dos biomaterias, o cenário se tornou propício ao aparecimento de uma área que surgiu para revolucionar o campo da saúde, a Engenharia de Tecidos.
Não é novidade que a demanda por transplantes de órgãos é muito grande e se tornou uma problemática ao longo do tempo. Entretanto, graças ao avanço científico, tecidos e órgãos sintéticos ou semissintéticos funcionais são recriados, fornecendo assim, métodos mais eficazes para o tratamento de graves doenças cujo o transplante seja a única saída.
Os órgãos artificiais possuem basicamente duas vantagens em relação aos transplantados. A primeira esta relacionada a extinção dos problemas de rejeição do paciente. Tradicionalmente quando um transplante é feito, o paciente é obrigado a tomar imunossupressores (medicamentos responsáveis por reduzir a capacidade do corpo de reconhecer agentes estranhos), evitando assim, a rejeição. A outra vantagem esta associada ao fato de haver uma redução do tempo para que o transplante ocorra, já que este não depende das doações de órgãos.
Contudo, o preço deste tipo de tecnologia não deve ser acessível as massas em um primeiro momento, levando em consideração que as implantações de inovações na área da saúde dependem da quantia que os governos aplicam nesses programas.
Gabriela Pavani Garcia – Membro do Departamento de Eventos
Gestão 2013 – http://www.biotecjr.com.br/










