“Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho. Porque se caírem, um levanta o companheiro….”; Ecle.4-9.

Dia desses, conversando com uma amiga, ela relatava-me o conflito que esta vivendo em casa em seu matrimônio. O que deixa a transparecer é a falta de intimidade que o casal está passando. Não intimidade sexual. Diria mais intimidade de relacionamento, de enxergar o que cada um pode fazer, para salvar esse casamento.

Claro que todo casal, e apenas o casal, sabe onde as desavenças são mais presentes e consistentes. Talvez na falta de solidariedade, talvez na paciência, talvez na maneira de dirigir-se um ao outro, ou ainda, talvez na falta de amor mesmo, caridade, mansidão! Temos tantas atividades dentro de um lar.

O trato doméstico – roupa suja, louça, comida, varrer etc.. -, as compras de mercado, as roupas de lavar, os telejornais, os jogos de futebol, as telenovelas, o cuidar dos filhos. Talvez falta-nos o trato do casal, ou seja, o cuidar-se um do outro, criar oportunidade de se falarem, de não se acusarem. Precisamos parar de imputar ao outro as “culpas” pelo esfriamento nos relacionamentos.

Reaprender a colocar sobre a mesa as diferenças que nos afastam. Existe um remédio que pode curar bastantes feridas, e tem sido pouco usado: a oração.

O casal precisa orar junto, ir à missa, culto, encontros dominicais religiosos juntos, onde ambos tenham a oportunidade de se voltar para Deus, e assim, para si mesmos. Apenas assim, um levanta o companheiro!

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