Nesta terça-feira, 06 de maio, moradores de Assis procuraram novamente o Portal AssisCity para demonstrarem sua insatisfação com as longas filas e demora no atendimento no Medex do município. O Portal AssisCity já havia exposto o problema enfrentado pelos usuários no mês de abril, quando a falta medicamentos na farmácia também era motivo de preocupação.

A aposentada Sueli Martim relatou a difícil experiência que enfrentou nesta manhã. “Eu cheguei lá por volta das 08h50 e sai somente às 12h30. Quando cheguei tinha quase 50 pessoas na minha frente, e só duas pessoas atendendo. Depois que fecharam o portão, colocaram mais cinco pessoas para atender. Mas por que não colocam esses funcionários para atender desde cedo para adiantar?”, questionou.

Sueli também destacou os impactos que a longa espera causa, especialmente para quem tem condições de saúde delicadas. “Tinha gente passando mal. Eu mesmo tenho diabetes, passei mal porque passa da hora da gente comer. Tive que sair para comer fora. E muita gente brigando, porque um quer passar na frente do outro. Eu saí de lá, o portão já estava fechado, mas ainda tinha umas 50 pessoas esperando para serem atendidas, contou.

No mês de abril, quando procurado pelo Portal AssisCity, o Departamento Regional de Saúde (DRS) de Marília, informou que “A unidade, localizada no Hospital Regional de Assis, conta com 14 funcionários, que atendem 5 mil pacientes mensalmente de forma presencial. No total são 25 mil pacientes atendidos pela unidade, seja presencialmente ou recebendo o medicamento em casa, por envio de malotes. O DRS de Marília reforça que nenhum paciente fica sem atendimento”, disse

Para a aposentada, é necessário que medidas sejam tomadas pela Secretaria Estadual de Saúde para que o problema das longas filas e demora no atendimento sejam resolvidos. “Sabemos que é o Medex é estadual, mas precisamos que alguém faça alguma coisa para nos ajudar. Não é uma situação fácil para quem precisa pegar remédio, e o problema não é novo. Precisamos de ajuda”, disse Sueli.

O Portal AssisCity segue acompanhando o caso.

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