
*Por Por Isabella Cristina Vieira Nucci – A POETA DAS ESTRELAS É UNIVERSITÁRIA DE LETRAS NA UNESP/ASSIS)
Conversa do Silêncio
Quando a noite calar ao céu profundo
E os astros ouvirem as minhas súplicas
A dor se enterrará no barro úmido
Entre abutres e flores lúbricas
Quando – em silêncio – pousar-me o ciúme
Não lereis aos sete ventos a tua posteridade
Vales muito mais (para mim) o teu perfume
Do que amores longínquos que tendes na eternidade
Pediria eu que fosse a única
Mas ainda assim sou igual àqueles que me odeiam
Se eu te abraço ou beijo-te na nuca
Recebes meu amor da mesma forma que me rejeitam










