
Em períodos em que a temperatura e a umidade do ar ficam elevadas o aparecimento de caramujos se torna mais comum. Todos os anos, os moradores de Paraguaçu Paulista são orientados sobre as maneiras de evitar a proliferação do animal.
Segundo a coordenadora da Vigilância Sanitária, Iraciana Messias de Paiva, o caramujo africano é o mais encontrado. “Este tipo de caramujo não é o único, mas a sua incidência é a maior. Eles aparecem em terrenos e quintais com terra, sujos, cheios de entulhos”, explica.
“Ao encontrar um caramujo africano no quintal proteja as mãos, recolha o animal, coloque em saco plástico e leve até o Departamento de Obras de Paraguaçu para ser depositado em um tambor específico para ter uma destinação adequada”, acrescenta Iraciana.
Apesar de não haver relatos no país, o caramujo pode ser responsável pela transmissão de doenças neurológica e intestinal.
História
O caramujo africano foi introduzido no Brasil para ser usado na culinária, mas não teve aceitação no mercado. Os criadores acabaram liberando os animais em jardins, matas ou no lixo. Como eles não têm fortes predadores naturais, se multiplicam muito rapidamente.
Serviço
De acordo com o diretor do Departamento de Obras, Onório Anhensim, um tambor será disponibilizado na portaria do Departamento para que seja feito o descarte correto do caramujo africano. E depois, o órgão dará o destino correto ao molusco. O descarte poderá ser feito das 7h às 17h, de segunda a sexta-feira.










