Justiça. Essa é a palavra usada por Luiz Gonzaga de Góes, pai de Fernando Rogério de Góes, de 29 anos, morto na manhã de quinta-feira (24), após ter sido vítima de suposta negligência médica na tarde de quarta (23).
Além das investigações da polícia, o Conselho Regional de Medicina (CRM) de Marília vai abrir sindicância para apurar o caso. Segundo o médico Alfredo Dell´aringa, presidente regional do CRM, o processo irá avaliar todas as pessoas envolvidas no caso.
De acordo com o pai da vítima, o atendimento precário recebido no Pronto-Atendimento do Santa Antonieta resultou no óbito do filho. “Meu filho não conseguia respirar direito. Era óbvio que o problema dele estava no coração ou no pulmão, mas nunca na cabeça, como o médico disse”.
Luiz pretende processar o município e o estado, além do médico que prestou atendimento e está sendo investigado pela polícia por homicídio culposo.
A polícia vai abrir inquérito para apurar o caso e resultado das investigações deve sair em 30 dias.
As informações são do Jornal Diário.