A diretoria do Hospital Regional de Assis anunciou na noite de quarta-feira, 4 de junho, o fechamento das alas de UTI Neonatal, UTI Pediátrica e do serviço de gestação de alto risco, alegando falta de profissionais para manter os atendimentos.

Ainda durante a madrugada desta quinta-feira, 5, a Secretaria de Estado da Saúde acionou o Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim” (CEJAM) para assumir, em caráter emergencial, a gestão dessas alas. A organização já atua na unidade após ter vencido o processo licitatório e é responsável pelos setores como Urgência e Emergência Adulto, Cuidados em Leitos Clínicos e Cirúrgicos e Oncologia (UNACON).

Com a mudança, as crianças internadas devem permanecem no Hospital Regional, recebendo os cuidados necessários. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) também continua realizando os encaminhamentos normalmente para a unidade.

De acordo com informações apuradas pelo Portal AssisCity, o CEJAM passou a administrar também os atendimentos nas UTIs Pediátrica, Neonatal e no setor de gestação de alto risco, considerados serviços essenciais e de referência para Assis e mais de 25 municípios.

A informação de que a suspensão dos atendimentos aconteceria à meia noite desta quinta-feira causou grande preocupação entre a população porque a UTI Pediátrica tinha pacientes. O Portal AssisCity entrou em contato com o diretor do Hospital Regional de Assis, Edmar Luis de Oliveira, mas até a publicação desta matéria não obteve retorno. Esta notícia pode ser atualizada a qualquer momento.

Nota oficial – Hospital Regional de Assis

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo informa que a UTI Pediátrica e Neonatal do Hospital Regional de Assis segue em pleno funcionamento. É falsa a informação de que o serviço foi encerrado – o que ocorreu foi a transição de equipe.

A Pasta lamenta a disseminação de informações inverídicas, que geram insegurança na população, e reforça seu compromisso com a continuidade da assistência, com qualidade e segurança no atendimento aos pacientes da região. A população pode confiar em uma gestão dedicada a garantir o acesso a serviços essenciais e de alta complexidade.

Conforme publicado no Diário Oficial desta segunda-feira, está em andamento o chamamento público para contratação de uma nova Organização Social de Saúde (OSS), que assumirá o gerenciamento da unidade, assegurando a manutenção e o aprimoramento do serviço”.

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