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As mulheres na história

[/left]*Por Alcindo Garcia

Mulheres famosas sempre fizeram parte da História do Brasil. A baiana Maria Quitéria é considerada a heroína da independência naquele Estado. Em 1822, quando iniciaram as lutas no recôncavo baiano pela independência, ela fugiu de casa vestida com o uniforme militar do cunhado, José Cordeiro de Medeiros, de quem adotou o nome e patente ficando conhecida como “Soldado Medeiros”. Poucas semanas depois foi descoberta e transferida para um batalhão onde ficou detida por ter se passado por homem. Maria Quitéria era graciosamente feminina, mas por amor a pátria ousou fantasiar-se de marmanjo.

Ana Pimentel foi outra mulher arrojada na construção do Brasil-Colônia. Casada com Martim Afonso de Souza, recebeu do marido a incumbência de administrar a capitania de São Vicente nos idos de 1534. E com que brilho ela o fez. O papel administrativo de Ana Pimentel na capitania, por mais de uma década, foi reconhecido pelo sociólogo Gilberto Freire em seu discurso de posse na Academia Pernambucana de Letras.

Ana Néri foi outra heroína. Ficou por quase cinco anos servindo como enfermeira voluntária do exército brasileiro na guerra do Paraguai. Trabalhou no hospital de Corrientes, onde cuidou de milhares de soldados. Na capital paraguaia montou uma enfermaria-modelo investindo recursos financeiros próprios que recebeu de herança. Há vários outros nomes que orgulham a História do Brasil como a Princesa Isabel, Cora Coralina, Chiquinha Gonzaga, Berta Lutz e mais recentemente a saudosa Ruth Cardoso, primeira-dama para ninguém botar defeito, cujo trabalho foi reconhecido pela ONU.

Como a História tem seus desvios e protagonistas próprios para cada época, o PT tomou posse e nos deu também sua heroína – a senadora Martha Suplicy. Seu feito mais “heroico”. Acabar com a família tradicional. Retirar os termos PAI e MÃE dos documentos. Objetivo é favorecer os gays acostumando as crianças a dizer “papai e papai” e mamãe e mamãe” em vez de “papai e mamãe”. Dona Martha, que já está no terceiro marido, tem todo direito de viver como quiser, mas não tem o direito de inverter os valores da família brasileira.

*Alcindo Garcia é Jornalista. E-mail: [email protected]

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