Esses são os dados de uma pesquisa feita o ano passado pelo Instituto Data Popular para a Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo). A pesquisa que tem como tema “Violência nas escolas: O Olhar dos Professores” foi realizada entre 18 de janeiro a 05 de março de 2013 e entrevistou 1.400 professores de todas as regiões do Estado de São Paulo.
Dados apontam que na região de Assis, sete professores foram agredidos por seus alunos no ano letivo de 2013. Cinco desses professores são de Assis, um da cidade de Palmital e outro de Paraguaçu Paulista.
Segundo o presidente da Apeoesp na cidade, Nilson Silva, em Assis os professores agredidos lecionam na escolas Dom Antonio, Francisca Ribeiro e José Augusto Ribeiro. “Nessas escolas, os professores sofreram ameaça de morte e agressão”, conta.
Nilson, porém, preferiu não mencionar os nomes das escolas de Paraguaçu e Palmital, que também tiveram professores agredidos, por serem cidades pequenas e os professores sofrerem algum tipo de opressão. “Infelizmente, tem direção que não divulga os casos de agressão para não denegrir a imagem da escola para que a comunidade não queira tirar o filho de lá e colocar em outra escola”, diz.
Ainda segundo Nilson, o professor agredido tem 70% do seu rendimento afetado e o sexo feminino é o mais sofre agressões. A cartilha com o detalhe do estudo está disponível na sede da APEOESP – Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado (Apeoesp) de Assis.

Nilson Silva, presidente da Apeoesp de Assis










