A defesa de dois investigados alvos da Operação “Sócio Oculto”, deflagrada pela DISE (Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes) de Assis nesta terça-feira, dia 12 de maio, divulgou uma nota oficial contestando as acusações atribuídas aos representados e informando que ingressou com pedidos de habeas corpus no Tribunal de Justiça.
A operação da Polícia Civil teve como foco o combate ao tráfico de drogas e ao suposto envolvimento de investigados apontados como integrantes de um nível hierárquico superior de uma associação criminosa ligada ao comércio ilegal de entorpecentes.
Na nota, o escritório Alves & Vanzella Advogados Associados, responsável pela defesa de um investigado capturado e outro que ainda não foi localizado, afirma que pretende demonstrar, durante a fase inquisitiva e eventual processo judicial, a “não responsabilidade penal” dos representados.
Os advogados alegam ainda que, no momento da prisão, nenhum material ilícito foi encontrado com o investigado detido, embora tenha ocorrido o cumprimento da prisão temporária.
Segundo a defesa, foi protocolado um pedido de habeas corpus com liminar no Tribunal de Justiça visando a revogação da prisão temporária do homem capturado e a concessão de liberdade provisória, com base no artigo 310, inciso III, do Código de Processo Penal.
Já em relação ao segundo investigado, que segue foragido, os advogados informaram que também ingressaram preventivamente com pedido de habeas corpus para tentar revogar o mandado de prisão temporária expedido pela Justiça.
