O Portal AssisCity foi procurado pelo assisense João Carlos Raimundo Pinto, morador da Vila Orestes, em Assis, para falar de um processo movido contra a empresa Sabesp, após um vazamento na Rua Visconde do Rio Branco.
Segundo João Carlos o vazamento ocorreu em outubro de 2020, na frente de sua casa, ao acionarem a empresa, houve uma demora no atendimento de dois dias. “Quando foram fazer reparo, a água já estava “brotando” do chão e quando abriram o buraco estava úmido e argiloso”, explicou.

O problema era um trincado no cano que distribuía água para as casas da rua, e após alguns dias João percebeu algumas fissuras nas paredes do quarto de sua vó e também na parede da residência vizinha.
“No momento nós achamos que era normal, mas essas fissuras viraram trincados e rachaduras. Foi quando buscamos apoio e orientação técnico/profissional através de engenheiros que estiveram no local”, afirmou.

Após isso João Carlos entrou com um processo contra a empresa que está correndo há dois anos na Justiça. “Nada foi feito e a minha casa está prejudicada, a Defesa Civil esteve lá e interditou o quarto da minha avó, onde estão as rachaduras”, explicou.
João finalizou falando sobre sua indignação de ter que pagar mensalmente o serviço da empresa e não ter um retorno digno para sua situação. “Agora minha mãe dorme no chão do quarto, pois minha vó precisa dormir na cama dela, é um absurdo”, desabafou.

Em contato com a Sabesp, o Portal AssisCity questionou a situação e a empresa encaminhou a seguinte nota: “A Sabesp esclarece que a questão encontra-se sub judice, de forma que todos os esclarecimentos estão sendo prestados nos autos da ação judicial”.










