O último deles, a gigante do setor de alimentos, Nestlé, foi anunciada na última sexta, pelo

presidente da CBF, Ricardo Teixeira.

Com o acordo, o faturamento anual da entidade subirá para cerca de 220 milhões de reais.

A marca se juntou a outras como TAM Linhas Aéreas, Volksvagem, Gillete, Seara e Grupo Pão

de Açúcar, que fecharam acordos parecidos com a entidade.

Todos podem utilizar o símbolo da CBF, explorar placar de publicidade e até a imagem de

jogadores, em comerciais, mas não aparecem nos uniformes da seleção, por exemplo.

Esse privilégio fica, apenas, com o Banco Itaú, a prestadora de serviços de telefonia celular, a

Vivo, e a fabricante de bebidas Ambev, cujos contratos rendem 26 milhões de reais por ano, à

CBF.

Fora a Nike, fornecedora oficial de equipamentos esportivos da seleção desde 1996 e que

paga três vezes mais.

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