24 de Abril de 2019
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Cândido Mota fará campanha de doação de medula óssea

Secretaria da Saúde fará uma parceria com o Hemocentro de Marília

Nesta segunda-feira, 27, a equipe da Secretaria de Saúde de Cândido Mota esteve em Marília para participar de uma reunião com as assistentes sociais do Hemocentro Dayane Galletti dos Santos e Lucimara Faustino Custódio.

A equipe de Cândido Mota é formada pela secretária Amanda Mailio, a diretora da divisão de enfermagem Roberta Correa e a coordenadora da Atenção Básica Larissa Mattioli Martins.

A reunião teve como pauta a campanha que a prefeitura de Cândido Mota irá realizar em parceria com o Hemocentro para marcar o ‘Fevereiro Laranja’, mês de conscientização de combate à leucemia. Dentre as ações haverá palestra e campanha de cadastro de doação de medula óssea.

A leucemia é uma doença que se inicia na medula óssea, onde o sangue é produzido, e a campanha alerta sobre a prevenção e, consequentemente, frisa a importância da doação de medula óssea.

Amanda Mailio explicou o que espera da campanha.

"A nossa pauta de trabalho é a prevenção e promoção de saúde e trabalhamos com este foco o ano todo usando as cores da prevenção. O mês de fevereiro tem a cor laranja e trabalha a prevenção e conscientização sobre a leucemia, e também a importância de ser um doador voluntário de medula óssea. A importância desta ação é aumentarmos o número de doadores e com isso aumentar a chance da pessoa que necessita de transplante ser salvas” destaca.

A secretária também afirma que "tratamos do assunto durante a reunião com as profissionais do Hemocentro e em seguida passamos ao prefeito Roberto Bueno, que de imediato aprovou esta ação no município, já que a cobrança dele é darmos uma melhor qualidade de vida aos nossos munícipes”.

O prefeito Roberto Bueno destacou a importância da parceria com o Hemocentro.

"Trabalhar com a prevenção é trabalhar com a saúde e é isso que sempre buscamos. Nesta campanha além de tratar do assunto, a possibilidade de se tornar um doador de medula óssea, isto torna a ação mais importante ainda” frisou.

É importante entender que doar medula não é tirar líquido da coluna. Quando se fala de doar medula, cria-se um pouco de temor em algumas pessoas, mas na verdade o que são doadas são células que não fazem falta para o organismo de uma pessoa saudável. Muitas vidas podem ser salvas através dessa doação.

A princípio, o doador preenche uma ficha e colhe a amostra de sangue para o cadastro que fica no Banco Nacional de Doadores. Esse cadastro pode vir a ajudar pessoas com leucemia, linfomas, aplasia de medula e mais de 70 outras doenças que atualmente já se alcança a cura por meio do transplante de medula óssea. Se houvesse mais compatibilidade das células, o número de pessoas com doenças no sangue seria muito pequeno, já que a medula óssea pode ser retirada de 15 em 15 dias.

As células doadas se reproduzem rapidamente, e as doações poderiam ser feitas de 15 em 15 dias, se existisse uma compatibilidade maior. Só um exemplo: a compatibilidade da medula óssea em uma família é muito pequena, de 10 irmãos a chance de compatibilidade é só 25%; e dos pais só 10%, por isso a importância enorme deste cadastro.


Equipe da Secretaria da Saúde durante reunião em Marília


Divulgação - Assessoria
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