21 de Agosto de 2019
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Alunos apresentam sintomas de intoxicação após manipularem planta em aula sobre medicina indígena

Estudantes de Bauru (SP) têm entre 11 e 13 anos. Segundo o Samu, eles apresentavam coceira, dor na garganta, falta de ar e dor abdominal. Diretoria de ensino diz que planta não é tóxica e que pode ter ocorrido uma histeria entre os alunos

Estudantes de uma escola estadual de Bauru (SP) foram socorridos e levados a hospitais da cidade com sintomas de intoxicação após manipularem uma planta durante uma aula sobre medicina indígena.

Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) socorreu 17 alunos da Escola Estadual Francisco Alves Brizola. Eles passaram mal após contato com uma planta da família das aráceas – entre elas está a popularmente conhecida como "costela de adão".

Os jovens foram levados para duas Unidades de Pronto Atendimento (UPA) da cidade: do Geisel e do Bela Vista.

Os estudantes são dos 6º e 7º ano e têm entre 11 e 13 anos. Segundo o Samu, os jovens apresentavam coceira, dor na garganta, falta de ar e dor abdominal. Três deles foram atendidos em estado mais grave e foram levados pra UPA do Geisel. Durante socorro, eles chegaram a ser medicados na ambulância com antialérgico.

A Diretoria Regional de Ensino informou que os estudantes participavam de uma disciplina optativa sobre medicina indígena. Durante um experimento com a planta, eles começaram a passar mal. Ainda conforme a diretoria, a planta não é tóxica.

Ainda conforme a diretoria, um dos alunos começou a se coçar e pode ter provocado histeria no grupo.


Planta conhecida como "costela de adão" foi a espécie usada durante a aula em Bauru


G1
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