Depois da polêmica causada por um requerimento apresentado pelo vereador Edvaldo Vieira da Rocha, afastado de suas funções no legislativo, agora foi a vez do vereador Paulo Roberto Pereira, também do PT, apresentar um requerimento referente ao servidor.
No documento, votado nesta segunda-feira, Paulo Japonês requer informações quanto as funções exercidas pelo servidor Valdemir Vicente de Pádua no Departamento de Saúde, assim como a função em que o mesmo foi admitido através de concurso público.
Ao usar a tribuna, Paulo Japonês afirmou que decidiu apresentar o requerimento porque depois que o documento de seu companheiro de partido foi rejeitado e criou tanta polêmica, algumas pessoas tem questionado a função do servidor. “Para que isso seja esclarecido este vereador vem solicitar devidas informações a titulo de esclarecimento para que possamos dar uma resposta a opinião pública”, ressaltou.
O vereador salientou ainda que tem muito respeito pelo servidor e que apenas apresentou o requerimento para acabar com as especulações.
Para o vereador João Rio Zampronio Villarino, o requerimento foi desnecessário e mais uma vez a honestidade do servidor foi colocada em duvida. “Isso é uma demonstração que o vereador vem para a tribuna para fazer média com o povo, às vezes faltando com a verdade, porque todos nós sabemos que o Vicente passou no concurso público para motorista e na gestão passada ele passou a ser o coordenador de todos os motoristas o Departamento de Saúde”, ratificou.
A vereadora Almira Ribas Garms pediu aos demais vereadores para que votassem a favor do documento para acabar de uma vez por todas com a polêmica. “Se nós tivermos votando contra esse requerimento ai é que vai dar a impressão que tem alguma coisa errada em cima do funcionário”, explicou.
Apesar disso, o requerimento de Paulo Japonês, assim como o de Edvaldo, foi rejeitado pela maioria dos vereadores. O documento recebeu cinco votos contrários e apenas três favoráveis. Votaram contra os vereadores João Rio, Miguel Canizares, Mauro Branco, Nilson Itelvino e Rafael de Castro.

O requerimento de Paulo Japonês, assim como o de Edvaldo, foi rejeitado pela maioria dos vereadores










