Lucas Cruz, estudante de 21 anos, residente em Assis, acusa a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Assis pela demora e descaso no atendimento prestado ao seu bisavô, de 85 anos, que precisou dos serviços dessa Unidade de Saúde.

Segundo relata Lucas, seu bisavô sentiu-se mal e convulsionou no domingo, 12. Neste momento ele sofreu uma queda muito forte que o machucou muito. Ele foi para a UPA e teve de aguardar por 6 horas para ser atendido.

Consta do atendimento a realização de uma tomografia em virtude da forte pancada que teve na cabeça que apresentava cortes profundos e muitos hematomas. O resultado não apresentou comprometimento e o paciente foi liberado.

Em casa, foi preciso que a família providenciasse os curativos na orelha, cabeça e braços. “Na UPA eles nem fizeram os curativos que eram necessários. Além do mais, ele perdeu os movimentos dos braços e toda sua fala é desconexa. Precisamos levá-lo novamente à UPA mas não há vagas para hoje. Mandaram voltar amanhã. Também não podemos levá-lo direto ao Hospital Regional e nem à Santa Casa porque precisa do encaminhamento da UPA. O que me admira é que ele precisava de pontos nos cortes e nem isso fizeram. Ele está vivo e paga seus impostos. Tem direito a atendimento digno”, desabafa Lucas.

Lucas reclama também do descaso dos funcionários e do mau jeito que tratam os pacientes e seus familiares.

A família de Lucas pediu que não fossem publicadas as fotos do paciente porque ele está muito machucado e isso o estaria expondo muito.

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