Local de trabalho vira cárcere para PM Temporária da 1ª Cia supostamente envolvida com o tráfico

1ª Cia, onde a PM Temporária trabalhava e nesta noite ficou presa por falta de vagas nas penitenciárias

É aguardada vaga no presídio de Tremembé para a remoção da policial militar temporária Daiana Galindo. Detida na manhã de terça-feira (22), sob a acusação de informar à quadrilha de traficantes, presa no mesmo dia, sobre operações a serem desenvolvidas na cidade (aproveitando-se do cargo), ela foi presa por força de mandado de prisão temporária expedido pelo juiz de Direito da Vara Criminal de Assis.

Segundo o tenente coronel PM Dhaubian Barbosa, que é comandante do 32º Batalhão, foi negada a vaga no Presídio Militar Romão Gomes. O delegado seccional de Assis, Roberto Tucunduva, disse que também não recebeu parecer positivo sobre Tremembé e está no aguardo.

Como não pode conviver no mesmo ambiente que presas comuns, por ser uma policial, mesmo que temporária, aguarda-se para o final da tarde dessa quarta-feira (23), autorização para que ela seja escoltada até a unidade prisional de Tremembé, onde há uma ala específica para policiais civis e militares indiciados por algum crime, onde permanecem até julgamento.

Já foi solicitado pelo coronel o desligamento da indiciada da corporação. Ela foi autuada por associação ao tráfico. Daiana Galindo mantêm um relacionamento amoroso com Thomaz Urias, segundo apurou o delegado da Dise, Ricardo Fracasso. Ele informou que, no decorrer das investigações, a equipe de policiais civis descobriu o envolvimento de ambos.

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