A administração do Cemitério Municipal da “Saudade” de Assis pretende retomar judicialmente os túmulos abandonados e sem propriedade. Segundo o diretor do Cemitério, Pedro Resende Filho, os jazigos geram transtornos e podem elevar o nível de ocupação da área.
Ele reitera que a direção do cemitério tomou providências cabíveis, no sentido de comunicar os familiares de parentes com sepulturas abandonadas, a fim de que fossem reformadas.
“Nós publicamos editais e muitas matérias informativas a este respeito por toda imprensa local”, diz Pedro.
Por mais que tenham feito alerta junto à imprensa local, o diretor do Cemitério alega que somente 30% dos familiares providenciaram a reforma dos túmulos abandonados.
Diante disso, a administração do Cemitério vai encaminhar ao Departamento Jurídico da Prefeitura Municipal a relação dos jazigos abandonadas para que seja possível retomá-los judicialmente.
“Na verdade, trata-se do cancelamento da concessão, já que se trata de um bem construído em uma área pública”, afirma.
Pedro reitera que se senão bastasse o abandono destas sepulturas, tal fato facilita a proliferação do mosquito transmissor da dengue no local.
O diretor do Cemitério, entretanto, frisa que os familiares que ainda desejam reformar as sepulturas abandonadas podem procurar a administração do Cemitério local para receber todas as informações necessárias de como proceder.
“O objetivo é de que os jazigos sejam reformados. Não queremos prejudicar ninguém. Contudo, não podemos permitir estas sepulturas desleixadas. Alguma providência deve ser tomada”, diz.
“Diante disso, estamos convocando as pessoas a virem limpar as sepulturas de seus entes queridos, principalmente as capelas que acumulam água, o que propulsiona a proliferação do Aedes aegypti. Nós precisamos trabalhar junto à população para manter o nosso Cemitério”, afirma.










