A caçada pelos monstrinhos do game Pokémon Go virou febre mundial por sair do imaginário das telas. Diferente dos demais, o jogo permite com que os usuários interajam com as realidades, procurando os bichos do desenho animado em pontos turísticos, praças e ruas de verdade. Essa novidade é resultado do conceito da realidade aumentada.
“Essa tecnologia permite a interação do mundo virtual com o real. Ela utiliza uma visão direta ou indireta de um ambiente físico que será completado com elementos ou estímulos sensoriais gerados por computador”, explica Fábio Murakami, docente da área de tecnologia da informação do Senac Marília.
De acordo com ele, a experiência influenciou positivamente a indústria de tecnologia da informação. “A realidade aumentada com certeza veio para ficar. É com base nisso, e indo mais além, que acredito que o jogo é um marco, pois se trata de um embrião do tipo de interação que veremos no futuro, seja com uso de celular, computador, TV e cinema”.
E não é apenas no patamar da diversão que ela será usada. A tecnologia também pode ser aplicada no dia a dia de outros campos. “Como é algo relativamente recente, existe ainda um longo caminho a ser percorrer, com isso se torna interessante pensar até onde este tipo de tecnologia conseguirá chegar. De qualquer forma, já temos muitos projetos interessantes sendo executados e também em fase de estudo nas áreas de marketing, medicina e educação”, destaca o docente.











