Um ano após a morte de Ana Carolina Martins, sua família continua sem respostas sobre o crime. A jovem, de 28 anos, foi encontrada morta no dia 03 de março de 2024, no quintal de sua casa, em Maracaí, com um facão cravado na cabeça.

O corpo de Ana Carolina foi encontrado por seu ex-namorado, J.H.M, de 21 anos, considerado o principal suspeito do crime.
Um dia após a morte de Ana Carolina, o ex-namorado foi preso temporariamente após investigação da Polícia Civil. Na ocasião, o criminalista e professor de Direito Penal, Dr. Sérgio Augusto Alves de Assis, que é o advogado do suspeito, afirmou ao Portal AssisCity que seu cliente era inocente e que solicitaria um Habeas Corpus junto ao Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo para revogar a prisão temporária de J.H.M.
A família de Ana Carolina, em entrevista ao Portal AssisCity, expressou a angústia e a revolta pela falta de solução do caso. “Faz um ano e não temos resposta de nada. Vivemos angustiados e com medo. O acusado ficou preso por 60 dias e já está solto. É um sentimento de impunidade, porque nada vai trazer a Ana Carolina de volta”, disseram os familiares, que preferiram não se identificar.
Nossa reportagem também entrou em contato com o Dr. Sérgio Augusto Alves de Assis, que informou que, após o cumprimento dos 60 dias de prisão temporária, o acusado foi liberado após a polícia não encontrar elementos suficientes para solicitar a prisão preventiva. “Naquela época foi decretada a prisão temporária dele por 30 dias. Ele ficou preso em Presidente Venceslau. Vencido os primeiros 30 dias, prorrogou a prisão temporária por mais 30 dias. Ao vencimento dos 60 dias da prisão temporária, não houveram elementos para que o delegado pudesse pedir a prisão preventiva dele. Como não houveram elementos para pedir a prisão preventiva, ele foi colocado em liberdade provisória, então hoje ele está respondendo o processo em liberdade. Ele está levando uma vida normal, trabalhando e está à disposição da justiça. Assim que o delegado requisita, ele é obrigado a comparecer e prestar depoimentos, esclarecimentos e tudo mais e é o que ele está fazendo, ele está colaborando com a justiça” disse Dr. Sérgio ao Portal AssisCity.
O caso segue em investigação.










